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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Eu quero

 

Quero descrever a morte de quem não entende o que lê. Quero decifrar a estupidez que persiste em léguas, desmorona terras, e ainda assim não sabe o porquê. Quero sorrir perante joelhos dobrados; beijar a companheira que tenho amado, e pedir ao tempo que respeite o jeito que o mundo tende a girar. 

 

Quero que palavras signifiquem o que realmente significam e que pessoas filosóficas abandonem as crônicas optando por René Descartes e sua lógica medieval. Quero que pessoas entendam que seres humanos inventam momentos que nunca deveriam ter inventado; quero o mar fora de foco e espraiado; quero ondas de areia sacramentando um peito que aprendeu a viver. 

 

Quero que um dia o sol perca raios e ganhe cânticos! Que as nuvens possam sorrir como crianças imaginaram, e quero que todos se acomodem em objetivos alcançados, porque sonhar é para noites de sono, e nunca se deve sonhar acordado. 

 

Quero que o norte penda para o sul elegendo nosso território como o mais fértil, e que este texto embora filosófico, seja sucinto em significado; seja um sentido literal diversificado, mas que todos o entendam e o desejem para si. 

 

Quero que esta última estrofe seja o divisor de águas de vossas vidas e que a serpente com cara de coisa querida… Tire a máscara e diga olá.

 

Um abraço.

criado por poetacronista    11:41:29 — Arquivado em: Sem categoria

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Devaneio nostálgico

 

Prefiro discutir o sexo dos anjos a ter que gritar em repartição pública:

- Apertem os cintos, o no-break explodiu!

 

Prefiro morrer de frio a ter que vestir seu último casaco; e prefiro (ah se prefiro) comer frutas fora de época ao invés de dizer que aquela fruta eu não comi! Prefiro tanta coisa que às vezes esqueço-me do trivial. O senhor da casa ao lado morreu e os filhos não. Trivial de novo, viram só? Hum…, melhor não reclamar.

 

Bala perdida!

 

Cruzes! Disse minha avó.

 

- Calma vó fui eu que encontrei uma bala de hortelã, acho que perderam… Só isso!

 

Coitada, quase matei a dona Maria.

 

Ontem o dia amanheceu com cara de quem um dia irá chorar; dito e feito, hoje está chovendo. Enquanto isso na sala de justiça… Super gemeos!… Melhor não comentar. Eu não agüentaria o Clic justificando seu nome com o único som que sabia emitir.

A infância acabou. Não sabiam? Puxa, faz tempo.

 

O Inter continua rival do Grêmio e acho que essa antagônica-discrepante-dicotomia, nunca acabará. Em nossa aldeia é assim, ou se é ximango ou maragato, separatista ou imperialista. E pra variar se sou colorado não posso ser gremista. Não?!?!?!

 

Puxa errei de novo, ou me peguei dia desses, torcendo pro time errado…

 

 

 

Um abraço.

 

 

criado por poetacronista    12:46:07 — Arquivado em: Sem categoria

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Pujança

Algumas pessoas são importantes por se fazer existir, outras simplesmente definem importância no sorriso e no abraço de um sincero olá. Alguns seres recebem a  condição de humanos e reforçam grandeza ao apoiarem até mesmo seus entes mais distantes.

 

Algumas pessoas são gigantes mesmo possuindo metro e meio e quando pensamos que pessoas deste naipe não existem mais, elas reforçam em importância demonstrando amor carinho e compreensão. Algumas pessoas morrem de amor e outras nascem de nosso amor!

 

Algumas pessoas dedicam boa noite por obrigação no exato instante que outras adoram dar bom dia. Alguns seres perturbam a existência para se fazer enxergar, mas abaixo disso, realmente abaixo disso, estão tomados de angústia por não se fazer notar.

 

Algumas pessoinhas abraçam e acariciam; beijam para junto da varanda perfumar atmosferas com o aroma de suas lágrimas de felicidade. Algumas pessoas nos fazem felizes a todo instante e  quando nos dão a certeza de não terem mais nada para agradar… Decidem simplificar ao dizerem:

 

- bom dia papai!

 

 

Um abraço. 

criado por poetacronista    07:49:48 — Arquivado em: Sem categoria

sábado, 7 de fevereiro de 2009

É preciso competência!

Algumas pessoas falam das “lavagens cerebrais” que certas instituições religiosas aplicam para cima de seus fieis. Outras pessoas vão mais além definindo fieis como clientes ou partes integrantes do publico alvo destas instituições de deus. Tempo vem e tempo vai e os clichês permanecem os mesmos. Seitas – infelizmente - seguem sendo confundidas com igrejas e o termo “lavagem cerebral” imortalizado na boca do povo. Serei franco, transparente e direto: não irei perder tempo com este assunto.

 

 Hoje optei por retratar a existente e intrigante, ao menos para mim, lavagem cerebral de algumas redes supermercadistas de nossa capital gaucha. “Desperdicem” algum tempo de suas vidas e verão que não estou longe da razão. Empresas que oferecem subempregos com jornada diária superior a dez horas e semana sem folga, conseguem, sei lá como, mobilizar e motivar seus funcionários.

 

Hoje fui ao supermercado e pude mais uma vez perceber o “ufanismo” de um caixa operador com direito a trejeitos e “malandragens” no desempenho de suas funções. Sem falar no responsável pelo pacote que faz verdadeiros malabarismos na hora de empacotar as compras. Ficam satisfeitíssimos em trabalhar muito, e como é sabido, ganhar muito pouco!

 

Sei  que algumas pessoas irão dizer que se trata de um trabalho fidedigno e honesto. Sei… Mas me refiro a “competência” dos superiores que os treinam passando perspectivas de carreira a estas pessoas.

 

 

Não entendam como apologia ao desemprego, mas se algumas pessoas aplicam lavagens cerebrais oferecendo terreno no céu, preciso parabenizar aqueles que conseguem o mesmo êxito, oferecendo quase nada, em troca de muito sacrifício humano.

 

 

 

Um abraço.

criado por poetacronista    12:06:29 — Arquivado em: Sem categoria

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Um pouco mais de confusão

Por tempos irredutíveis o amor sepultou amoras e frutas silvestres. Por décadas de trabalho insólito tive gosto pelo insípido e desfrutei daquilo que não podia ver. Tempos que passaram, e marcaram à ferro os fatos em conflitos, transformando cicatrizes em seqüelas que hoje olho, finjo e desvio o foco. Faço pausas quando penso e reproduzo-as ao escrever.

 

Aos dezoito não quis prestar continência por mais de uma semana. Não prestei sequer vestibular! O tempo passou e levou com ele erros e acertos, mas despertou desejos de não aceitar aquela maçã. Hoje vislumbro possibilidades de escapar da poesia e talvez, quem sabe, consiga descascar laranjas e romãs. O pássaro come a sobra do que como e quando canso de comer… a aurora se transforma em arrebol.

 

Hoje a península escandinava não é mais segredo devido a estudos e curiosidades mil. Leio textos cânones e outros não. Leio livros de teor simbólico e fictício, mas com contextos verídicos até demais. Amigos encontro e até faço alguns, vêm de todas as tribos, sem preconceito ou distinção. Aprendi com o passar do tempo que areia movediça é como mágoa; melhor ficar quieto sem remoer ou do contrário iremos para o fim.

 

O amor enrubesceu meu rosto e distinguiu as pessoas dos animais de nossa espécie. Presidentes auto proclamam-se donos da nação, coitados… Vocês são donos de nada não. Tenho me assustado comigo mesmo, volta e meia me vejo debatendo assuntos sem o desprezo de outrora. A veneziana conversou comigo ontem:

 

- Se me fechar tapará a chuva, mas nem por isso a chuva deixará de cair.

 

 

Esperta essa veneziana não?

 

Um abraço.

criado por poetacronista    14:15:34 — Arquivado em: Sem categoria

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

fragmentos neurológicos

Levantar peso é o mesmo que ler livros de autoria grega. Confuso, ou melhor, técnico como não deveria. Gosto de embates de equilíbrio técnico, mas gosto de futebol; discrepância interior, talvez até hipocrisia. À noite leio bíblias e textos agnósticos, duelo de teses com parâmetros antagônicos; durante dia o foco é a mentira que virou verdade ou a tese maiúscula da insanidade a decifrar escritos, deixando o dito pelo não dito e por aí me vou…

 

Papai veio me visitar; cometendo erros, ou não, é o ancião deste lado da arvore genea-sei-la-oquê. O verão apresentou tempo bom em dia útil, e tempestade no final de semana. Sempre foi assim. Talvez Freud um dia ainda me explique.

 

O amor está próximo de ser decifrado; talvez consigamos um espécime para análises laboratoriais. Amor, deus, milagres, tudo coisa sem definição ou com amostras servidas em conta-gotas. Resguardo minha estupidez de costume; respiro puxo o freio de mão e me reapresento ao mundo com um pouco mais de… Digamos educação.

 

Ontem pensei que deveria ir mais ao fundo nessa história de mudar de vida ou princípio, mas temo a perda (ou “a perca” como diz um amigo meu) de identidade. A vida me reservou algumas surpresas agradáveis outras nem tanto, mas nas agradáveis posso relacionar uma amizade em especial. Meu cunhado e irmão (que bom que não é de fato irmão, se não já pensou no rolo que isso ia dar?) que  dia-a-dia tenho a satisfação de ter conhecido. Pessoas que utilizam e sabem o real significado da palavra sapiência precisam ser exaltados e urge a manutenção de sua amizade.

 

Respiro novamente e volto ao início, onde estava mesmo? Ah, falava da troca de vida e tudo o que isso acarretaria. Pois bem, não tenho mais o temor de outrora. Hoje sinto mais humanidade e maturidade do que revolta. Este último termo reservo para as “pseudo-celebridades” e seus “pseudo-ufanismos”. Não tenho tempo pra essa gente não. Xô!

 

O sol bate na porta como que se fantasiando da Quinta de Beethoven. O vento é mais parcimonioso. Estamos no verão. Quinta tem jogo, mas as atenções já são para o domingo, afinal de contas será o clássico. Mas clássico não é jogo? Perdi o “fio-da-meada” como diria minha avó.

 

O presidente usa barbas, e eu que sou do tempo que até jogador de futebol tinha que se barbear (ao menos nas teses de meu pai) faço o que? Mas acho que eu nunca fui tão radical assim, só não aceito goleiro de bigode! Questão simples: goleiros de bigodes tomam frango! Entenderam a lógica? Não? Então quem sabe abrimos mão do futebol e falamos de religião ou política?

 

Eu sinceramente desejo uma boa tarde a todos e um…

 

 

Abraço.

criado por poetacronista    13:20:30 — Arquivado em: Sem categoria

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Excesso de contingente

O enfoque real da vida humana é ser bem sucedido para ter o que deixar aos herdeiros ou levar junto do caixão bens de conotação material e inócua. Não sei se me encaixo exatamente neste âmbito da vida. Sou criatura - criada e crescida - em cidade suburbana de índices de alta violência.

 

Lá (onde me criei) precisaríamos de alguns Bat Mastersons ou Cowboys do Asfalto, para por a ordem que prefeitos não conseguem. Talvez a urgência seja pela retrógrada figura de um xerife Texano, ao invés de um burocrata executivo em nossos moldes atuais.

 

Acordei lembrando fatos que me remeteram (mesmo que em memória) à Alvorada de minha infância. Não sei se a cabeça de uma criança consegue maquiar problemas ou se realmente as coisas pioraram. Durante a semana (conversando com alunos) descobri mudanças radicalmente periclitantes no bairro que cresci.

 

O problema talvez esteja no fato do bairro também ter crescido. Seres humanos (em fase adulta) perdem o lúdico jeito de viver e ver a vida. Pelo jeito, cidades e bairros também. Saudades…

 

Saudades de um bairro com não mais do que dez mil habitantes; por que hoje… Seus atuais quarenta mil descolorem meus pensamentos para o sem gosto e cinéreo horizonte a me torturar.

 

Aqui nesta crônica, jaz um escritor-saudosista-magoado, mas também um poeta revoltado, pelas lembranças de um vilarejo que não existe mais.

 

 

Um abraço.

criado por poetacronista    08:25:08 — Arquivado em: Sem categoria

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Revelação

O papa virou corrupto; miríades de luzes definem estrelas; comendas premiam ovelhas como sendo animais de teor semi-bíblico. Minha vida virou o estereotipo da morte. Soluço pela manhã e a tarde, parando a noite apenas pra dormir. Mas o papa deixou de ser pop, ou talvez, nunca tenha sido. Um Engenheiro Surfista me mentiu?

 

Ouço vozes na sala - acho que são as crianças brincando de incomodar. A chuva desenha pingos na calçada. Uma loira elogia o cabelo de uma morena que retribui a hipocrisia dicotômica com um reles “o seu também está lindo”. Estamos próximos do final do ano, afinal de contas o que são apenas trezentos e poucos dias? O cachorro ladrou porque não sou mais seu conhecido. Faz tempo que não venho por aqui.

 

Papai está doente e velho. O que é pior? Essa coletânea de desconforto é trágica. Vejo uma menina passeando com os pais. Olho atento; não quero que nada ocorra com esse pensamento ou paisagem. A chuva parou, mas desenhou “mosaicos mil” pelas ruas de minha cidade. Triste. Alegre só em seu nome. Cidade triste.

 

Ontem briguei com o motorista e hoje será com o cobrador. Ou deveria escrever trocador? É acho que sim, afinal de contas a rede mundial levará este texto longe o suficiente para que bergamota vire mexerica. O papa não é mais pop. O vaticano roubou bancos pelos quatro cantos. É! Li na obra fantástica de David Yallop. Caiu a casa - diria meu pai. Anti-semitas fizeram horrores! Mas ainda assim temos amigos que vangloriam as administrações de umas ilhas por aí.

 

Sou o inovador dos pensamentos moralistas. Talvez minha forma libertina-conservadora seja até mesmo atacada e taxada de moral! O ano está passando e fico preocupado com a copa que se aproxima no Brasil. 2014. Ano que trará preços altos e custo de vida imensuravelmente caro, mas enquanto isso o presidente fica feliz porque organizaremos a copa com competência. Espero que os tapumes midiáticos tão bem utilizados no Pan não se repitam.

 

Certamente terei que enfrentar algum engraçadinho de última hora corrigindo-me ao dizer: - papa se escreve com letra maiúscula! Responderei: - só não sei por quê! Mas o que dói mesmo é saber que a música era boa; a letra inteligente, mas o papa…

Não é mais pop.

 

 

Um abraço. 

criado por poetacronista    11:49:41 — Arquivado em: Sem categoria

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Conhecida não é amiga.

Hoje pela manha entrei no ônibus e ao me dirigir ao banco percebi que a moça sentada no assento da janela era uma conhecida de longa data. Sabe aquelas pessoas que conhecemos no colégio, mas que nunca chegaram a ser amigas? É o famoso “conhecido” que ninguém cria intimidade, mas que quando passa na rua sabemos de quem se tratar. Enfim, uma situação no mínimo estranha. Eu ali sentado lendo meu livro “a leste do éden” - de John Steinbeck, ( sensacional obra que inspirou o filme  vidas amargas estrelado por James Dean), e ao meu lado aquela moça aparentando uns trinta e poucos anos, ouvindo seu… MP qualquer coisa, ou ipod dos diabos, desculpem, mas não “manjo” destas inovações. Uma situação como disse estranha. Passamos um milhão de vezes um pelo outro. Subíamos a lomba do colégio ao mesmo tempo e a descíamos também. Talvez nunca tenhamos trocado um bom dia. Nem sequer sei o seu nome e talvez não saiba o meu. Mas hoje de manhã quando nos vimos o olhar foi recíproco de: “olha só a pessoa aquela que conheço a mais de 20 anos”. Crescer na periferia tem dessas coisas. Marcamos rostos e decoramos semblantes. Os anos passam. Em meu caso até os cabelos caem, mas inegavelmente nos mantemos os mesmos em âmago e essência, em gesticulações e forma de sentar. Hoje leio romances e ensaios de filosofia, enquanto minha pseudo-conhecida ouve o radinho do futuro! Mas no dia em que um dos dois morrer talvez surja aquele sentimento de… – morreu alguém que eu conhecia. O nome? – Não; não sei nem ao menos quem é. Hoje me senti portador de alguma doença do tipo “síndrome de Crocodilo Dundee”. Alguma doença que me faça sentir que conheço todo mundo que passa pela rua. Mas não é isso. Apenas uma pessoa de olhar humano e conhecido. Apenas uma pessoa sentada no ônibus que talvez nem tenha me reconhecido. Ou talvez o sentimento tenha sido o mesmo. Enfim, me senti estranho no inicio do dia e permaneço estranho agora também.

 

 

Um abraço.

criado por poetacronista    11:53:45 — Arquivado em: Sem categoria

Brincando de professor

Acho curioso deparar-me com uma turma de alunos; alguns temerosos com o que será visto, outros trazendo consigo problemas a serem resolvidos, e muitos na tensão de não saber o próprio destino.

 

Lembro de quando eu era um destes alunos. Sempre atento as possibilidades e temerário a falsos julgamentos. Esta última era a justificativa para buscar o primeiro lugar na fila de classes. Isto, classes. Não era carteira. Chamávamos de classe.

 

Alguns professores eram os preferidos pela simpatia, e os mais profissionais, ou melhor, aqueles que realmente planejavam suas aulas na incumbência de fornecer conteúdo, eram vistos como chatos. Visões. Incorretas, mas sempre as visões de um aluno.

 

Hoje me vejo professor. Não de colégio ou universidade, apenas de cursos de rotina editorial para novos funcionários na editora que trabalho. Algumas situações se parecem, talvez por ali encontrar pessoas que necessitam de conteúdo, mas a grande diferença é a necessidade de aprovação para a garantia ou a simples, mas urgente, manutenção do emprego.

 

Rostos preocupados?

 

Sim, ainda existem.

 

Semblantes curiosos?

 

Às vezes sim. Às vezes não.

 

Mas a maiúscula (e notória) diferença de objetivos, aliada as causas e motivos, para o maior ou menor aprendizado ainda persiste nos problemas, e nas dificuldades trazidas do aconchego do lar. Pessoas. Seres humanos. E eu? O misto. A mescla. A mistura, o real e necessário meio termo entre os professores chatos e os amigos das turmas. Encontrei esse meio termo.

 

Brinco, canto, recito, mas cobro, xingo e motivo. Não tenho formação de magistério, mas acho que deveria ter. Seria muito tarde?

 

Eu, convictamente, acho que não.

 

Um abraço.

criado por poetacronista    07:23:57 — Arquivado em: Sem categoria
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