segunda-feira, 13 de abril de 2009
Parafraseando…
Em cima de retoques cheguei ao norte; achei belo e dicotômico, mas a “intensidade do amor cresce junto da evolução do ser”. Roubei a frase, não nestes moldes, mas roubei. O universo conspira como que parafraseando o alquimista; incerto; penoso; duradouro; talvez seja assim mesmo.
Problemas amontoados formam a iminente falta de solução. Ando triste. Doenças em família; dívidas de sangue são impagáveis. O sol acorda e com ele o descortinar do horizonte demonstra o impávido colosso. Mais uma cópia; mais um plágio em meu texto. Preciso estudar os livros que já li. Estudá-los desprende o raciocínio, mas exige mais tempo.
Li toda a estante e lembro de pouca coisa. Apenas frases marcantes e hipnóticas. O menestrel toca banjo sobre cordas; o sambista tem jeito triste. Ligeiramente depressivo. Não posso conceber piada em meio a samba. É preciso tristeza e o grande sambista rascunha o grito da forma que Vinicius ensinou.
Acordei lembrando frases e parágrafos. Lembrando grandes letristas e doutorandos. Admirando o saldo que ficou em fotografias como um Cigano tão bem nos contou. Acordei assim. Vontade de homenagear os grandes letristas, frasistas, escritores e poetas afins.
Mas acordei lembrando a frase de minha amada, com a qual iniciei o texto. “A pequena está crescendo, mas o meu amor cresce junto com ela”. É… Nenhum poeta supera o coração de uma mãe. Renata eu te amo.
Um abraço.
criado por poetacronista
09:39:45 — Arquivado em: 
