quinta-feira, 2 de abril de 2009
Burocrata convicto - parte 2
Criar metodologias diferentes para abraçar todo o país, sem o chamado “passo maior do que as pernas”; ter a noção exata de que nada, além da matemática, possui a perfeita exatidão. Refletir perante o “monumento ao expedicionário” levando todos a entenderem que bravura nem sempre surge de um voluntário.
Ter aulas de guitarra, ou violão, para animar bailes e churrascos de caráter infantil. Ser o primeiro a questionar o tal do peito varonil! Subir a montanha sem ajuda de utensílios de alpinismo e quando o ar tornar-se rarefeito, lembrar que a desculpa da altitude era verídica – jogar na Bolívia não tem jeito!
Ser o maior desavisado dos intelectuais, mas jamais deixar de ser uma ou outra coisa. Ter olhos molhados de tanto chorar de amor, e quando todos lhe chamarem de piegas… Seja você mesmo com a convicta certeza de ser tudo a mais pútrida inveja.
Enfim, corrobore com seus maiores pesadelos; grite com seus pais, mas apenas para dizer que os ama! Vão por mim… Um dia será tarde demais para arrependimentos. Jogue água na fogueira e tenha fogo dentro de você! Esteja sempre pronto para morrer feliz, ou em busca da felicidade de se viver.
Um abraço.
criado por poetacronista
09:45:48 — Arquivado em: 

Comentário por Manhosa — quarta-feira, 8 de abril de 2009 @ 13:57:45
Só… risos… vou esperar o 3…
TeAmo
Bjs.