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segunda-feira, 16 de março de 2009

Fim de semana injusto

 

E quando pensamos que seres humanos raciocinam? É a chamada queda do cavalo! A famosa “bifurcação em leque” com expoentes em formas de sentimentos. Um final de semana onde fiquei triste e revoltado por “n” fatos. Um final de semana que intimamente (e isto é lamentável) ditou as regras desta semana, ou ao menos, da primeira metade dela. Hoje acordo triste e magoado, ou apenas triste. Realmente triste.

 

Como pessoas podem punir quem consegue direcionar um “perdido” ao encontro e exercício da razão? Pessoas que alcançam um esboço, de direcionamento alheio, deveriam ao menos receber aplausos. Ontem assisti, ou tentei assistir, a falácia humana tentando julgar justos com alforria aos injustos. Não vou me estender no texto para não diversificar as interpretações e aumentar os problemas, mas fiquei revoltado.

 

Sentado sábado à noite, em uma mesa de bar, esperando os lanches encomendados, aprendi que existem pessoas com os dois pés no chão sendo julgadas por isso mesmo. Essa é a razão do inicio do texto. Seres humanos pensam que pensam! E aqueles que realmente pensam… machucam ou até agridem a miríade de hipócritas deste mundo.

 

Aqueles que lêem meus textos já perceberam que este tipo de carta não é minha principal característica. Prefiro brincar com um mosaico de palavras e significados buscando o teor poético para falar sério, mas hoje… Escrevo um desabafo. Tenho admiração pelas pessoas que precisam ser admiradas e detesto as que fedem. Algumas pessoas defendem o escárnio ao ódio, sei disso, mas eu odeio tudo o que penso ser feito para odiar. Ontem aprendi o significado de “sandice”. Melhor que não tivesse aprendido, porque agora aprendi que de sandice o mundo está cheio.

 

 

Dedico este texto a três pessoas em especial. Ao meu pai dizendo: - Força! Não te entrega vivente, precisamos de ti! Ao meu cunhado, onde talvez as palavras sejam as mesmas, mas prefiro dizer: - cara, eu não devia ter lido tantas vezes o Príncipe de Maquiavel, agora não consigo ter parcimônia para aconselhar. E ao meu irmão:

Valeu por ser o mais velho, e o mais centrado também. Te amo cara, de coração.

 

Aos leitores, desculpem-me, mas precisava escrever isso aqui.

 

 

Um abraço.

criado por poetacronista    09:07:58 — Arquivado em: Sem categoria

2 Comentários »

  1. Comentário por Rodrigo Magalhães — segunda-feira, 16 de março de 2009 @ 14:25:19

    Sem palavras… me senti… emocionato… e justificado… obrigado, acima de tudo, por se mostrar amigo, acima de sentimentos familiares.Escreveste o que eu escreveria… se pudesse, afinal, viva a censura! abraço!

  2. Comentário por Giovana — segunda-feira, 16 de março de 2009 @ 23:29:23

    Mais uma vez… muito bom o texto… o sentimento pode ser compartilhado por todos nós… mas é bom sabermos que podemos contar, nesses momentos, com a família, e principalmente com amigos como você que fazem o meu marido entender o que realmente significa a amizade, quando comparada com às atitudes superficiais dos “heróis”…. Sabe que você é muito importante nas nossas vidas. E também já sabe que serão os padrinhos do Danrlei, se um dia ele nascer, né? Bjs

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