sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
Chanceler marítimo (escrito em 19-12-08)
Se entre barcos fugi das cinzas
Foi em mares que aprendi a andar
Firmando apelos gritei cantigas
Nas ondas que ventam temporais.
Pobre sombra no mar sem vez!
Plebe baleia - morrerás sem cor!
Triste o rico a naufragar vinténs!
Peixes mortos lhe tiraram amor!
Busquei o barco plantando âncoras!
Monte pico de um coração qualquer
Reciclo dores brotando em ânforas
Convoco presidentes se assim houver.
Civilizações matei em véspera!
Oblíquas estradas com gentios ou freis!
Andei na corrente marítima austera
Sou o maior fidalgo de seus reis.
criado por poetacronista
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