quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Pouco objetivo
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A leveza de meu momento é ambígua e talvez desonesta; ora tenho vontade de amputar os fios mais extensos de meu cabelo e ora defino melhorar a intensidade com que vivo a me ocultar.
Penso como um filósofo e escrevo como um poeta que sonha em publicar romances. É a discrepância das informações de meu cérebro! Assim defino a intensidade como a forma de repetição mais adequada. Sou louco por amar a pessoa que mais amo e gosto de honestidade, mesmo que para isto tenha aprendido cometendo erros.
O outono derruba folhas e a primavera traz muitas flores, mas em minha vida o inverno é constante e serve para congelar princípios. Sou brasileiro com descendência brasileira! Mas na família negam essa simplicidade estipulando origens caucasianas de um certo setor do continente europeu.
Hoje decidi optar pelo contexto histórico; amanha talvez o poema seja mais retórico; ou quem sabe, e porque não, acate a natureza panteística de Einstein e deixe de escrever para observar gotículas de chuva ao meu redor.
Um abraço.
criado por poetacronista
10:16:11 — Arquivado em: 

Comentário por Manhosa — quarta-feira, 5 de novembro de 2008 @ 17:44:58
TeGosto… risos…
Me obrigas a ler e reler… me fazes pensar… vou a procura das verdades que não queres contar…
Meu Guri lindo… Apressa-te… quero poder ler o dito livro… dos teus desejos…
Tens todas as condições de realizar…
TeAmo
Bjs.