terça-feira, 16 de setembro de 2008
É a vida
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Subo montes como quem escala a prosaica inteligência humana e agarro-me em arbustos sustentando em rascunhos a cosmopolita evolução símio-racional! Tenho inúmeros motivos para iludir pensamentos presepando âmagos estruturais; e sou daqueles que olha no espelho lamentando não ter poemas novos para recitar.
Quando o ano chega ao fim lembro-me de frases hipócritas como “feliz qualquer coisa”, mas prefiro me calar. Sou poeta quase atleta e sou pai ainda bem! “Livro filho e árvore” que coisa mais trivial; prefiro “sexo, futebol e MPB!”
A história de nossa espécie é curiosa, comovente e lamentável! E quando espero agradar com crônicas exigem poesias e vice versa.
Hoje acordei melhor que ontem e tenho a certeza que amanha o dia será tendenciosamente melhor. Mantenho a postura poética mesmo sabendo que poemas são “fosseis literários” e que textos mais estruturados representam o futuro da escrituração.
Um dia terei a convicção que aprendi a respirar palavras, e talvez o mais “crítico de meus críticos” aprenda a ler assuntos e opiniões sem achar que escritores precisam escrever apenas o que ele quer ler.
Bato palmas para “pseudos leitores” que nos definem como “pseudos escritores” é a lei da ação x reação.
Não tem jeito vai continuar sendo assim.
Um abraço.
criado por poetacronista
10:15:59 — Arquivado em: 
