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poetacronista.blogspot.com

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Onde estão?

 

Oportunistas de plantão… Oh raça!

É fácil definir “epítetos e conceitos” através de resultados e abantesmas do passado;

É fácil ir “na onda” dos outros e até remar a favor; no velho estilo “Maria vai com as outras”!

É muito fácil ler jornais e assistir as interatividades dos programas esportivos pra daí firmar conceitos iguais, fidedignos e idênticos aos outros “pseudo-intelectuais” do mundo da bola!

Estou falando dos torcedores do Internacional que chamaram vexatoriamente e injustamente o técnico Adenor Leonardo Bacchi de GREMISTA, e ontem no Beira Rio gritavam eloqüentemente: TITE! TITE! TITE!

Enquanto todos vocês comemoram a vitoria no clássico, sinto vergonha de todos que se dizem colorados ou ainda conhecedores, mas “pagaram outro mico” neste Grenal.

Se eu fosse o Tite - e é claro que não fará - mandaria “banana” pra torcida pedindo que me deixassem trabalhar!

Há pouco tempo… Bem pouco tempo, chamavam um trabalhador honesto e profundo conhecedor do futebol de GREMISTA. Agora gritam: fica Roth, ridicularizando o técnico do “co-irmão” também de forma injusta!

Pode? Eu sinceramente acho que não pode não!

Nosso futebol é provinciano!
Nosso torcedor inconseqüentemente provinciano!
E ao que tudo indica… Nem caráter ele tem!

Oportunistas de plantão…

Onde estão?

Um abraço.

criado por poetacronista    17:11:12 — Arquivado em: Sem categoria

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Alguém vencerá o classico?

 

Em uma semana grenal alguns fatos são marcantes e repetitivamente redundantes. Torcedores costumam frisar suas paixões com as mais ridículas brincadeiras e contestações. Vejo como um dos maiores exemplos as máximas “não há favorito” ou ainda “lá é o nosso salão de festas”. Sabem por que desta última? Porque o papai ensinou assim! Basta analisar números – que são reais e explicativos – para verem o quão ridículos se tornam cada vez que aplicam a nossos ouvidos as mais impróprias brincadeiras. Quando o assunto é notoriamente voltado para a brincadeira tudo bem, mas quando se torna convicção que jogar grenal fora de casa é fazer festa… Bem daí… Preciso dizer que o Grêmio venceu a maioria dos Grenais onde o mando foi seu; o mesmo acontecendo com o internacional. Não há favorito? Não mesmo? Então porque geralmente o time mandante vence? Já sei… Irão me relatar inúmeros Grenais com resultados adversos ao mandatário. Eu mesmo corroboro quando conto que estive no olímpico na acachapante vitoria de 5 x 2 do Internacional sobre o time da casa. Sei disso. Mas falo de números gerais, onde o salão de festas do Inter não é no Olímpico e muito menos o Beira Rio o do Grêmio. Outra brincadeira sem fundamento é o epíteto “chiqueirão”. Abro parênteses para lembrar que novamente foi o papai que falou. Em se tratando de Brasil, a dupla grenal possui estádios acima da media nacional! Então não existe chiqueiro algum. O que existe sim é um jogo feio, ou melhor, sempre feio! Ou alguém terá a capacidade de dizer que assistiu um grenal de altíssima qualidade tática e refinado desempenho técnico? Hein? Isso não existe! Tanto Inter quanto Grêmio jogam seu maior clássico pensando em não perder, logo… Não há plasticidade na partida. O que existe são muito empenho e disciplina tática! Linhas de quatro que se alternam com quadrados e losangos visando sempre a maior ocupação de espaço, munida de muita virilidade e tenacidade nas jogadas. No Grenal o ímpeto supera e substitui a ânsia da vitoria; no Grenal o que importa é não perder o jogo; o resto é conseqüência no deboche do dia seguinte. Palpite? Eu? Nunca!!! Aprendam uma coisa… Não existe palpite em jogo de futebol. Se existisse todos ganhariam na loteria esportiva. Em Grenal muito menos. Mas apenas para não ficar em cima do muro diria que acho (é achômetro mesmo) que alguém vencerá este grenal; três empates consecutivos direcionam a partida para uma vitoria. De quem? Diria que 40% das chances são do time mandante; é claro que estou usando os números da historia. 30% de chances para o visitante e os outros 30% para o empate. Fiquei em cima do muro? Não, apenas fui racional demais para um esporte que não sabe o que é isso.

Um abraço.

criado por poetacronista    14:20:38 — Arquivado em: Sem categoria

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Poetas

Existem diferenças marcantes entre poetar e sentir-se poeta; escrever poesia, e ser de fato o poeta dos poemas que escreveu. Não me considero um poeta com essência, mas também não descarto a possibilidade de me tornar assim;

 

Vejo ícones como Quintana e Vinicius vivendo aquilo que escreveram, e vejo outros apenas escreverem bonitos textos para angariarem aplausos no final; são as diferenças intrínsecas de ser poeta, e poetar por falta de pretexto; ser poeta, ou apenas ser o escritor de um dia de “free lance”.

 

 Ser poeta é viver de forma intensa a “rima desrimada” da ultima estrofe mal formada, e decidir-se por poemas quando todos queriam um tema simples qualquer!

Sou o poeta do poema que não fiz, e teimo em ser um “romancista aprendiz” mesmo que no fundo não tenha previsão pra lançar o meu “primogênito romance”. A vida tem se tatuado de forma justa e generosa. O que lutei para conseguir consegui! E o que não alcancei… Foi porque fiquei de braços cruzados esperando acontecer a prosa do final.

 

Sou o louco da rua ao lado… Ora careca, ora de cabelos flanqueados; sou o pintor do “sete estilizado” e um pai completamente apaixonado pelo garoto que ganhei. Terminarei a crônica com a mesma galhardia que iniciei! Existem diferenças imensas entre em ser poeta e apenas poetar. Convivo com “pseudos poetas” que não percebem que não o são!

Versos psicodélicos de efeito alucinógeno… Isto é poesia?
Perdão meus amigos, mas eu, de forma nada humilde e aristocrática…

Acho que não.

Um abraço.

criado por poetacronista    08:54:04 — Arquivado em: Sem categoria

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Ponto;nova linha;parágrafo;travessão…

 

Algumas questões naturais e históricas; algumas perguntas que ninguém faz e todo mundo nota; algumas risadas, alguns abraços, tudo fora de moda, de hora e tudo mais. Alguns apertos de mãos e talvez pássaros que voem dizendo olá; mais um dia na esquisita cidade gauchesca.

Mais um pedinte “pedindo” pra manter sua coerência; mais “um outro” que engasgou (e o Word teimando em ignorar sentença) pra dar o troco; e muitos irmãos que não possuem sangue igual.

Sou o poeta que disseram pra parar de poetar, e alguns criticaram deixando moedas pra me ajudar. Mantive a sapiência, respeitei até mesmo a concorrência e fui ao acampamento sem vontade de acampar.

Motivos óbvios! Relutâncias nem tanto, mas enquanto a meretriz teima em ir aos prantos… Pego a amada pela mão e digo que a amo! Dobrei a esquina e vi novamente a paisagem que não queria. Carros fazendo campanha política enquanto bandeiras afirmam que maior ainda é a paixão clubística!

Tenho algumas certezas e outras não; certeza que o país manterá sendo “do futebol” embora outros esportes sejam octacampeões; e carrego dúvidas sobre estas e as próximas eleições. Tenho respeito por leitores que almejam gostar de ler, e costumo ler cronistas que tentam aprender a escrever.

Hoje a historia se repetiu com tema inédito! É o paraíso gaúcho voltando a sentir o tédio…

De aplaudir a qualidade de vida que ele nunca viu.

Um abraço.

criado por poetacronista    12:46:44 — Arquivado em: Sem categoria

terça-feira, 16 de setembro de 2008

É a vida

 

Subo montes como quem escala a prosaica inteligência humana e agarro-me em arbustos sustentando em rascunhos a cosmopolita evolução símio-racional! Tenho inúmeros motivos para iludir pensamentos presepando âmagos estruturais; e sou daqueles que olha no espelho lamentando não ter poemas novos para recitar.

Quando o ano chega ao fim lembro-me de frases hipócritas como “feliz qualquer coisa”, mas prefiro me calar. Sou poeta quase atleta e sou pai ainda bem! “Livro filho e árvore” que coisa mais trivial; prefiro “sexo, futebol e MPB!”

A história de nossa espécie é curiosa, comovente e lamentável! E quando espero agradar com crônicas exigem poesias e vice versa.

Hoje acordei melhor que ontem e tenho a certeza que amanha o dia será tendenciosamente melhor. Mantenho a postura poética mesmo sabendo que poemas são “fosseis literários” e que textos mais estruturados representam o futuro da escrituração.

Um dia terei a convicção que aprendi a respirar palavras, e talvez o mais “crítico de meus críticos” aprenda a ler assuntos e opiniões sem achar que escritores precisam escrever apenas o que ele quer ler.

Bato palmas para “pseudos leitores” que nos definem como “pseudos escritores” é a lei da ação x reação.

Não tem jeito vai continuar sendo assim.

 

Um abraço.

criado por poetacronista    10:15:59 — Arquivado em: Sem categoria

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Amigos para sempre

 

Retornar de férias sempre me inspira a escrever a respeito próprio, e isso “cheira” a autobiografia; tentarei não fazer assim. Apenas direi - mesmo que de soslaio - que estou em forma, apesar de uns quilinhos a mais! E que as férias foram produtivas, ou seja, não descansei; mas resolvi pendências! O que para mim já ficou de bom tamanho.

Não li mais do que alguns capítulos de “Aurora, de Friedrich Willhelm Nietsche”, autor - filósofo que dispensa comentários, e para rascunhar meu período de ócio ditei como ritmo o oposto do descanso e do ócio também; falei de mim; me auto-resumi; fecho parênteses então.

A vida nos prega peças das mais radioativas possíveis, e nos extrai as esperanças em cima de pessoas que não deveriam ser tratadas assim. Fui visitar uma amiga no hospital. Aquelas pessoas que dignificam ao máximo o epíteto de amiga. Deveria escrever em letras maiúsculas, portanto assim o faço: A M I G A.

Não definirei com a confissão de seu nome o título ou teor do texto, por não ter pedido autorização, e/ou simplesmente, por não ter o direito de lhe expor, mas estou triste. Muito triste.

Algumas pessoas entristecem por terem de retornar de férias, já eu por retornar ao mesmo andar de um mesmo hospital. Serei positivista, talvez a vida tenha me dado uma segunda chance; creio que essa batalha, minha amiga…

Nós vençeremos enfim.

Um abraço.

criado por poetacronista    14:56:42 — Arquivado em: Sem categoria

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Amigos do Orkut

 

O período de férias me transporta (antes da singularidade do descanso) às atitudes fora de rotina e de costume. Sentei defronte ao computador para postar mais uma de minhas “pseudogeniais crônicas” e me debati com algumas dúvidas e contestações. Fui aos amigos do Orkut para atualizar-me da situação dos amigos, idades dos filhos e de alguns até dos netos! Fiquei triste, realmente triste diante de alguns fatos. Um de meus amigos possui aproximadamente cento e cinqüenta fotos; contei, juro que contei! São para meu descontentamento mais de cem “empinando” copos de bebidas alcoólicas. Em quase todas com o acompanhamento do tabaco e claro que com semblante de layout avermelhado ou no mínimo próximo disso. Outros amigos me deixaram surpreso pelas mudanças de atitudes, de estado civil e até de país! Quando falo sobre o álcool e o cigarro tendo a parecer hipócrita pelo longo período que fiz exatamente isso: bebi, fumei, e bebi e fumei muito! Hipocrisia? Acho que não; sinceramente, acho que não. Um dos vícios – o álcool – deixei por orientação médica, e tenho quase convicção que estes meus amigos não seguiriam tal orientação; desta forma demonstro convicção e não covardia. Quanto ao cigarro foi uma decisão difícil (mas nem tanto assim) provida de muita vontade de melhora em relação à saúde; de tal forma que não aceitarei o titulo de hipócrita. Estou é preocupado com pessoas que seguem solteiras, por favor… Não quero que me chamem de velho ultrapassado e nem pensem que este texto é qualquer tipo de apologia a moral e bons costumes, não é isso! Acontece que permanecem solteiros, festivos, bebendo, alguns fumando… e paramos por aí para evitar maiores traumas e constrangimentos. Falo de pessoas com mesma faixa etária (trinta anos), mas que se virem as fotos dirão que a mentalidade é bem menor. Era para ser uma visita (ao orkut) com fins de inspiração literária, tiro pela culatra que trouxe decepção.

Um abraço.

criado por poetacronista    12:29:56 — Arquivado em: Sem categoria

Nilmar x Ruy Carlos Ostermann

 

O elenco muitas vezes dispensa atenção ao enredo, ao diretor, e porque não, a própria história; é ele que leva os perdidos deste e daquele estilo a verem de forma coesa e atenciosa um filme em final de dia. Mas o elenco existe também em outras áreas da vida humana. Está para nós brasileiros no futebol, no futsal, ou no “jogo de bola” que está longe de ser a mesma coisa. Embora o elenco sempre faça a diferença, existem aqueles que conseguem maior destaque; Os craques! Um filme pode ter grandes talentos, mas apenas um concorrerá ao prêmio de melhor ator. Tenho preocupações com o elenco da vida, que requer que se tenha peça de reposição. Um time vence quando os reservas conseguem jogar (em situações emergenciais) e ao menos não fazem feio; já na vida não existe escolha, ou o titular faz o seu papel, ou iremos sucumbir na falta de brilhantismo de seus suplentes. Li hoje cedo a coluna de Ruy Ostermann – não me refiro a coluna do jornal, e sim da crônica de seu site particular. Após ter lido cheguei a triste conclusão que Ruy não possui substitutos; não só para o epíteto ajustado e honesto de “professor”, como também pela qua-li-da-de e simplicidade de suas palavras. Seria algo como o Internacional da próxima rodada onde não havendo substituto para Nilmar ainda assim será obrigado a entrar em campo. Assistir um time sem seu artilheiro é o mesmo que ler um jornal sem o principal cronista (seria melhor que ficasse um dia sem circulação), ou ainda resignar-se a ler os quadrinhos onde a diversão nubla a falta de qualidade de alguns aspirantes. Por estes fatos é que até mesmo uma grande empresa jornalística deve se preocupar com “jornaizinhos” sem figurões que insistem em firmar concorrência - vai que consigam o famoso “encaixe”; ou contratem o Celso Roth para a função de Manager, hein? E no futebol? É possível suportar a derrota pela falta do craque? É sim… Desde que a análise do dia seguinte não seja feita por um “aluno”.

Um abraço.

criado por poetacronista    11:52:40 — Arquivado em: Sem categoria
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