domingo, 31 de agosto de 2008
Desjejum proibido
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O amor pra mim tornou-se impuro;
Triste e convicto por tristezas… Alegrei-me;
Acordo ouvindo rádio… Penumbras e névoas;
Escuto alguém recitar Quintana! Um louco, só pode.
Coloco sandálias e parto para o primeiro passo:
Higiene bucal; banho; barba…
Recito poemas próprios, defronte espelhos.
Concluo o ensaio feito o próprio Shaeskespeare!
Espreguiço-me e vou para a mesa do café
Bolachas e pães; refrigerantes - que não deveriam estar ali,
Ao menos não nesta hora, e sonetos matinais
Tudo combinando com os cantos do passarinhar de meu telhado
Junto da empolgação de mais um dia de férias,
Esqueço, mas o exame exigia doze horas de jejum.
Fica pra amanha.
Um abraço.
criado por poetacronista
15:53:43 — Arquivado em: 

Comentário por Manhosa — segunda-feira, 1 de setembro de 2008 @ 20:09:18
Huummm… Acordar… sem horário… sem presa… e… a passarinhada a cantar…
Risos…
Isto é sonho sendo realizado em umas ferias merecidas…
Sei meu querido amigo… vais dizer que mereces isto e muito mais… e… mereces mesmo… muito mais…
E… eu aqui… esperando teus poemas… tempo mais livre… mais solto… coração mais aberto… sem tanta tensão…
Sabes… sou tua fã de carteirinha…
TeAmo
Bjs.
OBS: Obrigado pelo carinho… tua visitinha foi especial para meu coração… +1Bj.