sexta-feira, 18 de julho de 2008
Idolatria antagônica
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Considero-me um cronista antagônico por idéias; vou de Jabor a Ruy Ostermann no jeito de falar, na maneira de me expressar, e também na forma de escrever. Carrego idéias amplas, singulares e públicas. Abro minha vida feito um caderno, e em suas poucas e espaçosas linhas defino regras para cumprimento próprio e particular. Levo muito a sério esse negocio de escrever, mesmo sendo pouco lido carrego em adjetivos e sinônimos minha intrínseca vontade de expressar idéias e definir conceitos. Faço-me poeta em situações pragmáticas e de responsabilidade social; faço-me cronista quando necessito de audiência, mas mantenho a serenidade e parcimônia para falar de mim mesmo. Citei Jabor e Ostermann por serem respectivamente os grandes ícones de minha vida; os grandes senhores da idéia bem colocada e até bem definida, mas existem outros certamente. Poderia citar Veríssimo, mas sua personalidade me impede de elegê-lo algo além de um dos melhores escritores de nosso país. Realmente não sei se alcanço a opinião de todos ao definir meus conceitos para “ícones” da escrita. Procuro me completar na figura daquele que admiro e sigo de forma desenfreada. O Veríssimo é tímido demais; fato que ele mesmo externa de forma publica. Sou extrovertido até além da conta; acho que assim explico minha posição. Escrevo sempre o que meu dia reflete; o que a minha vida compete e sempre de forma impactante, procuro deixar clara minha opinião. Tenho ídolos para todos os campos da vida. Idolatro repórteres, jornalistas, escritores, esportistas e até alguns comediantes e apresentadores de TV. Existem pessoas que discutem a idolatria que direciono a esse ou aquele figurão, mas não me importo; Preciso driblar a falta de consistência de um pleonasmo para que mesmo sem abrir mão, tenha condições de ser lido e compreendido por quem lê. O grande desafio; Ter consistência e consciência do que fazer. Ser escritor sem deixar de ser leitor. Ser poeta por talento e por vocação, mas dar significado, ênfase e relevância, ao âmago do poema que alguém poderá ler. Gosto de massagem ao ego; gosto de ser bucólico em shoppings e lúdico no auge da maturidade; gosto que leiam sem que eu peça, mas acima de tudo, gosto do equilíbrio de um texto bem escrito, e redigido a bel prazer.
Um abraço.
criado por poetacronista
10:49:53 — Arquivado em: 

Comentário por Manhosa — domingo, 20 de julho de 2008 @ 13:29:01
Adriano
Hoje Dia do Amigo… minha presença aqui é obrigatória… risos…
Um abraço bem apertado… uma beijoca na bochecha…
Sabes que já é uma pessoa especial em minha vida…