quarta-feira, 2 de abril de 2008
Mary Del Priore

Eu queria ser amigo de Mary Del Priore. Queria sentar ao seu lado e deixar que falasse toda a historia de meu Brasil. Queria tela como a melhor das amigas e poder apresentar a todos a minha volta dizendo: veja, eu sou amigo da Mary Del Priore!
Livros fantásticos como “Esquecidos por deus” e “O príncipe maldito” deveriam fazer parte de todas as estantes do Brasil! Queria que todos ousassem e pretendessem amizades como essa. Grande escritora que conheci por acaso. Uma mania que adquiri há pouco tempo – procurar ler o Maximo de livros da historia do Brasil – fez com que encontrasse em “O príncipe maldito” o melhor retrato de nosso período imperial.
Mary deveria ter seu semblante exposto em bibliotecas, em memoriais e em nosso peito varonil! Meu hall de amigos está incompleto, mas por pouco! Faltam apenas David Coimbra, Eduardo Bueno, Richard Dawkins, Cristopher Hitchens e Mary Del Priore. Fora esses faltaria apenas outros quinhentos e poucos encabeçados pelo professor Ostermann (perdoem os que não gostam) e outros mais.
Devíamos ser o país que melhor conhecesse sua historia, deveríamos valorizar figuras como Benjamim Constant, Cel Bordini e Julio de Castilhos, ao invés de simplesmente distingui-los como nomes de ruas. Devíamos ter na memória os erros e os acertos, as proezas e as baixarias, mas sempre na memória, sempre em nossa historia… Deveríamos carregar nosso país.
Obrigado Mary, de coração.
Um abraço.
criado por poetacronista
14:30:32 — Arquivado em: 
