quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
Sendo eu mesmo

Nada como ler um bom livro,
ver um bom filme, respirar oxigênio.
Não fumar, não beber, ser humano por inteiro.
Nada como passear pelo parque,
sentir a brisa tocar o hino da tranqüilidade,
sufocar a boca da namorada com mil beijos
ou falta de ar de tanto dar risada.
Nada como viver a margem da montanha,
vendo pássaros e coiotes, e a lua feito um holofote
que ilumina o horizonte por inteiro.
Nada como viver, como perceber o amor derradeiro,
a sombra do sol encoberto pela brisa,
pela forte e impávida brisa… Do desejo.
Nada como ser amoroso, talentoso em dar beijos.
Nada como passar ano e entrar outro
sempre renovando o mesmo plano…
O plano de ser feliz sendo verdadeiro.
Nada como ter alguém que nos ame
e alguém que amamos muito.
Nada como tomar água, respirar e curar um soluço.
Nada como ter você a mais linda e amada criatura,
a parceira e companheira de embriaguez e tontura.
A amada pessoa de uma vida de uma cumplicidade,
atingida através de diferenças que geraram amor.
Nada como ter você sem sentir dor.
Nada como ser seu parceiro
Seu amigo e seu cúmplice
Seu poeta o ano inteiro.
Um abraço
criado por poetacronista
07:37:31 — Arquivado em: 
