terça-feira, 8 de janeiro de 2008
Do lado errado da rua certa
O cortejo fúnebre foi no mesmo cemitério que a família de Jorge possuía túmulos. Certamente ele seria enterrado lá. Estava inconsolável. Mas de certa forma, sabia que um dia, mesmo que mortos, estariam reunidos para toda a eternidade. Sentiu vontade de morrer. Não queria mais viver.
Não conseguiria sobreviver sem a sua amada Morena, agora já identificada pelo nome de Andrômeda. Aproveitou para visitar a tumba dos pais (não via há muitos anos) e descobriu que o memorial de sua família ficava na ala "A" do cemitério. E o tumulo de Andi, na ala "B". Do outro. Do outro… Lado.
fim
idéia principla de - Fredi Studier
criação e desenvolvimento - Poeta Adriano Viaro
criado por poetacronista
07:57:57 — Arquivado em: 

Comentário por Rodrigo — quinta-feira, 14 de maio de 2009 @ 04:00:16
muito bom… este não tinh lido ainda… o cara azaradooo…