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sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Mesma tecla…

 

Tentarei ser mais direto!

 

Vocês já contribuíram com a corrupção?
Com quantos quilos não perecíveis?

Eu penso no futuro da nação, ao menos faço minha parte. Enquanto isso, os poderosos de Brasília, cruzam as mãos para a desigualdade social sabendo não ser necessária nenhum tipo de ajuda. O povo ajuda! É o que dizem, e certamente pensam.

Eu ajudo o país a ser mais justo não doando nada, enquanto o povo infelizmente colabora para que a corrupção siga se espraiando. Eu penso na obrigação que os políticos ganharam quando de suas eleições.

Cada quilo doado pelo povo é um quilo economizado pelo governo. Contribuição pra que roubem e façam o que de melhor sabem fazer.

Antes mesmo, que digam “se esperarmos pelo governo o povo morre de fome”, lembro-lhes que é justamente este pensamento que faz com que continuem transformando a capital federal em uma “ilha da fantasia”.

Não contribuo com essa gente. Penso no povo fazendo com que a falta de doações (existe diferença de assistência social para assistencialismo) crie vergonha ou no governo, ou nos eleitores. A propósito,

Vocês já contribuíram com a corrupção?

Com quantos quilos?

Um abraço.

criado por poetacronista    10:29:11 — Arquivado em: Sem categoria

seres desumanos

 

Não somos nada,

 

Nesta semana tive mais provas da insuficiência humana. Somos fracos, insignificantemente fracos e indefesos. Somos racionais, pensadores e até poetas, mas não conseguimos conceber a morte como o fim de um parente, um amigo, ou simplesmente um semelhante que cessa sua vida na plenitude dela mesma.

Somo fracos sim senhores! Não vemos a fraqueza por taparmos olhos perante a estupidez de nosso orgulho. Hoje estamos aqui, mas amanhã… Amanhã, estaremos sucumbindo em cinzas para a tristeza de quem fica.

A medicina evoluiu dizem eles! Ela está quase acertando dizem outros! Mentira… A medicina apenas ameniza a dor de quem se vê alvejado pela evolução das doenças.

Doenças…

Elas sim evoluem dia-a-dia. Acabam com a espécie humana que se conforta perante a morte, até o momento que leva alguém próximo. As circunstancias das ultimas 24 horas me levaram a entristecida situação de analisar tumbas e suas lápides, por horas a pio (madrugada de um velório). Mortes prematuras, algumas bem maduras e até mortes estúpidas e singulares.

Os cristãos encontram em deus a explicação mais confortante. Eu chamo de definição covarde. Mas o que importa? Todos morrem. Todos dizem aceitar, mas não aceitam. Decidem estipular a morada eterna como saída para a dor. Eu não.

Um abraço.

criado por poetacronista    07:13:11 — Arquivado em: Sem categoria
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