segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
Dark Asylum

No sábado fui ao “Studio Rock Bar” em Canoas para um festival de heavy metal. Confesso que fui no embalo, de tão somente, acompanhar a banda Dark Asylum, formada por amigos e liderada por meu irmão Aparício. Um evento com todos os requisitos do gênero.
Foi bom, naquela simplória analise que ou é bom ou ruim. Também foi intenso (algo normal para o gênero) foi surpreendente, eu disse sur-pre-en-den-te. No “mapeamento feminino” do ambiente. Não lembro de ter ido a outro festival de “som pesado” com inúmeras mulheres belas, bem vestidas e comportadas. Nada de cabelos verdes ou vermelhos, ou rostos rebitados por piercings e coisa e tal.
Também foi um evento revelador. Sabem a revelação da idade que chega, não bate e entra? Pois é…

Sabem o que significa esta foto?
Eu e meu amigo Rogério (caverna) tomando café e comendo “enroladinhos de salsicha” em pleno festival de metal! Pode? Se não for a idade que chegou, não tenho outra definição.
Em contribuição a esta tese, após o show da Dark Asylum (que, diga-se de passagem, novamente arrasador, com a qualidade e intensidade de costume e um set list irrepreensível) fui dormir no ônibus! Era duas e meia da manhã e lá fomos nós (uns seis mais ou menos) repousar no ônibus enquanto o resto da trupe ficou até o fim (seis da matina).
Povo guerreiro! Mas eu não consigo mais.
Também tivemos as situações hilárias e tipicamente desfocadas. Sabem aquelas pessoas que vão a lugares sem a preocupação com o ambiente ou até com a musica? Tinha de tudo!
A “menina da copa” vestida de corpette preto com calça de couro de mesma cor e cabelos soltos cacheados (lembrava as atendentes de saloom dos filmes de western americanos). E queria sucesso!
Tudo isto em meio ao um evento de heavy metal onde este que vos escreve comia salgado, tomava café preto sem açúcar e “tentava” ouvir as bandas anteriores a grande Dark Asylum,

Deve estar pensado que foi ruim o evento, não é?
Pelo contrario, meus amigos entraram em cena “destruindo” e “quebrando tudo”. Mais uma vez Aparício e sua turma fizeram a diferença.
Para finalizar imaginem a cena que relatarei…
A excursão partiu de Porto Alegre (defronte a prefeitura velha) em direção a Canoas. Acontece que as seis e meia da manhã, logo de nossa chegada, começamos a nos despedir e ao mesmo tempo “ajeitando” quem ia com quem nos táxis (o cansaço era intenso para pegar ônibus) um disse…
– Eu vou para a zona sul.
Outros disseram
– Eu vou para a Assis Brasil.
E não é que um sujeito fala o inimaginável…
– Eu vou de trem! ?????
Aparício com toda a calma de costume perguntou
– Onde tu mora?
– Em canoas! (disse o infeliz)
Rogério (caverna) não deixou barato
– Mas porque não ficou por lá?!?!?!?!?!
Prefiro nem comentar a justificativa do sujeito.
Um abraço.
criado por poetacronista
12:09:39 — Arquivado em: 

Comentário por Rogério Caverna — terça-feira, 4 de dezembro de 2007 @ 19:01:34
fala poeta ou melhor defunto(quem nao mandou fazer a corrente) beleza?Tua crônica ficou matadora,velho, apos ler tenho que concordar contigo ‘tamo’ ficando ‘véio’ cara.
Olha a cena ‘nóis’ com cara de fodão headbanger até o talo comendo enroladinho e tomando café!Hilário para não dizer outra coisa.Bem é isso e até a proxima , um grande abraço do álem. . .
P.S. teu blog é matador parabens
Comentário por Leonardo Halfen — quarta-feira, 5 de dezembro de 2007 @ 15:47:37
Lembrando os tempos de Sepultura ?? HAHAHAHAH a idade chega mas o espirito. Este sim não tem idade. viva o rock nao ?
abraços!!
Comentário por Rodrigo — quinta-feira, 14 de maio de 2009 @ 04:37:28
hahaha