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sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

Falem o que quiser

 

Mas que me divirto, me divirto!

 

Disseram-me a pouco…

Entre 2008 com pé direito.
Coitados dos canhotos, huahuahuahuahuah.

Que em 2008 tenhamos muita saúde!
Acho que estavam todos doentes huahuahuahuahuah.

Muita paz pro nosso povo. Vivemos em guerra?

Que 2008 nos traga muitas felicidades.
Não lembro de ter chorado um ano inteiro…

Mas que o ano que se aproxima seja de muita esperança.
O outro já não tinha sido? Só de esperança ninguém vive!

Enfim, que possamos viver em harmonia com a sociedade!
Já tão passando dos limites! A sociedade surgiu com o homo-sapiens!
E ainda querem mais?!?!?!

Ah, eu me divirto! Di-vir-to!

Boas festas, porque “calendários gregorianos à parte…” É tudo festa mesmo.

Um abraço.

criado por poetacronista    15:26:43 — Arquivado em: Sem categoria

A moda é nudez e baixaria.

 

Sou do tempo que revista pornográfica era tabu,

 

Nossa! Alguém que tivesse em seu poder uma revista pornô, guardava como troféu conquistado em Yokohama. Hoje, paga-se poucos centavos em uma banca e temos revistas+dvd nas mãos.

O mundo começa a preocupar. Irei orar (putz, sou ateu) para que não me obrigue a dar o braço a torcer em favor do comunismo ou ditadura, no gatinhar manquitolado das próximas décadas. Tenho um filho (é consegui!) e me preocupo com a educação de uma criança que assiste zorra total.

Quem quiser acessar a internet poderá ver e rever todos os tipos de praticas sexuais existentes.Desde a mais singela e inofensiva felação, até a moda japonesa do bukkake! Ah, esses japoneses…E tudo de graça! O mundo deve estar próximo do final mesmo.

No meu tempo ouvíamos meninas cochichando pelos corredores do colégio algo do tipo, “beijei o fulano” nossa de novo! Era um espanto e uma correria de informações digna de envergonhar até mesmo a BBC de Londres.

Todo mundo ficava sabendo e horrorizado com o fato. A fulana beijou na boca! Ohhhhhhh! Hoje, caminho pelo shopping e o que escuto? “O fulano me comeu” dá pra acreditar?

Olho espantado (com cara de espanto mesmo!) e as “meninas” dizem…

O que foi tio?

Um abraço.

criado por poetacronista    13:35:09 — Arquivado em: Sem categoria

Caravana da coragem

 

Quem me conhece de longa data (nem precisa ser tão longa assim) sabe que não sou adepto as praias. Não que não goste da maresia ou do clima paradisíaco de algumas delas (apenas algumas), mas sim pela posição geográfica de minha bela e apaixonante Porto Alegre.

Ocorre que precisamos de no mínimo cento e trinta quilômetros de deslocamento para que seja possível banharmos nas refrescantes águas do atlântico. Todo ano a mesma situação. Situação esta que irei relatar de forma didática para que fique clara e compreensível minha “não aceitação” às caravanas (lembrei agora dos Ewoks e de sua simpática aldeia Teebo em Endor), em direção ao litoral.

Me respondam por favor, será realmente válida a “fuga” do ambiente quente das cidades em busca de um refresco a tão longas distancias de nossas residências? Sempre escuto disparates do tipo:

- Preciso “arranjar” grana urgente para ir a praia! (cuidado, olha o coração!)

 
Deve ser algo realmente trágico e comovedor ficar em Porto Alegre, fato que, torna necessário o “arrecadamento” de dinheiro para fugir do inferno que enfrentamos de segunda a sexta, mas não podemos agüentar por mais dois ou três dias. Em primeiro lugar… Enfrentar estradas lotadas, depois os pedágios caros, seguidos de hotelaria cara, ou vida custeada em altos valores.

Têm ainda o problema da cerveja constantemente quente, ou morna (os freezers não dão conta). Sem falar é claro na volta! Mesma estrada (ou ainda pior) pedágios idem e queimaduras. Ah tem ainda o cansaço e o bolso vazio. Alguns chegam no serviço dizendo…

– To morto! Peguei duas horas só de engarrafamento! To queimado e gastei toda a grana! Sempre que escuto penso comigo: “este agora aprendeu as desvantagens de ir a praia” que nada… Na sexta subseqüente o problema passa a ser o desespero rotineiro para arrecadar fundos e retornar ao litoral.

Antes que me chamem de louco, ranzinza e chato, analisem a questão com carinho e verão que tudo não passa de modismo. Estipulou-se que praia é bom, que todos devem ir e que o dinheiro gastado pelas encostas litorâneas é investimento! In-ves-ti-men-to. Pode?

Devo ter problemas.

Um abraço.

criado por poetacronista    07:24:48 — Arquivado em: Sem categoria

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

ah, os filósofos!

 

Certas feitas me crucificaram em praça pública…

Sabem porque?

Porque não admiro a obra de alguns “imortais”. Continuarei não admirando. Prefiro Quintana à Pessoa e Vinicius a Castro, Olavo e cia. Mas fui linchado! Foi o maior latrocínio verbal da história. Sem falar nas heresias que tive de ouvir do tipo – vai lá, vai! Vai ô Quintaninha! Vai lá discípulo do bom velhinho. Pode?

Pois bem. Lendo algumas obras de filósofos do passado, após ter recebido “indicações” através do livro “jogo de damas” de David Coimbra, pude verificar fatos que me levaram as lagrimas de felicidade e espanto! Deixo abaixo comparativos cruciais para meu objetivo de hoje:

Filósofo Nietzsche
- De que estrelas caímos nós para nos encontrar aqui?

Castro Alves (em seu imortal poema navio negreiro…)
- onde estás, que não respondes?
- Em que estrela tu te escondes?

Plágio? O grande castro Alves? Coincidência, só.

Filósofo Pascal
- Tudo é grande na alma grande

Fernando pessoa (a mais famosa de suas frases)
- Tudo vale a pena quando a alma não é pequena

Plágio? O grande Fernando Pessoa? Coincidência, só.

O certo seria Pessoa dizer…
“Até plagiar pascal vale a pena quando a alma não é pequena”

Ou quem sabe, Castro Alves poderia dizer em seu “navio negreiro”,

- você parece Lou Salomé e eu Nietzsche, caímos de estrelas… - Não teria graça mas seria original!

Enfim, plágios ou coincidências à parte, o certo é que para plágio existe punição, mas para coincidência não. Ah, o grande Fernando pessoa. Ah, o grande Castro Alves. Que feio hein imortais?

Um abraço pra quem fica com a coincidência, e outro para quem crê no plagio.

Valeu ter lido Nietzsche. Valeu ter lido Pascal. Valeu mesmo.

De alma lavada.

criado por poetacronista    07:34:11 — Arquivado em: Sem categoria

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Veraneio em Poa

 

Como várias vezes aqui neste espaço relatei, sou apaixonado por minha cidade! Sou daqueles que não vai a praia no verão para aproveitar o melhor momento para curtir porto alegre! O veraneio!

Durante este sufocante período posso verificar detalhes de minha terra que o movimento de pessoas não permite. Nesta época verifico sua galhardia, seu jeito sereno de ser simpática todo dia e todo ano. A cidade singela feita um coala australiano. A cidade de meu peito e de meu sentimento injetado no sorriso, no caminhar e no beijo escondido.

 

Aqui vejo a felicidade decorrer por entre ruas e seguir até o mais ínfimo e doentio sentimento de inveja. Inveja por tantos apreciarem o que só eu gostaria de fazer! Ciúme!
Tenho ci-u-me de porto alegre, por todos os porto alegrenses que ela abriga! Queria ser o único a percorrer suas ruas praças e estádios! Viver na solidão? Não! Todos morariam, mas só eu seria digno de ser chamado de PORTO ALEGRENSE.

Dentre os locais que amo estar e viver nesta que é minha capital, e minha também cidade natal, destaco o canto espremido e estendido à margem de nosso rio. O canto leste do centro. Ali ao lado ou defronte aos quartéis. Ali junto das praças e do gasômetro sinto-me junto ao éden. Local onde sinto dores quando parto. Faço intervenções cirúrgicas em meu ego e meu âmago cada momento que tenho de deixá-lo.

Não falo do tumulto do “quadrilátero central” do nosso centro. Não. Falo daquele canto, daquela calmaria, daquela galhardia que só nosso centro tem. A casa de cultura do saudoso Quintana. Os quartéis, os mendigos. Afinal não falo de qualquer mendigo, refiro-me aos mendigos do canto leste do centro! São folclóricos, são partes constantes de um local histórico, um local que abriga intelectuais e ignorantes. Mas todos amantes de um paraíso incrustado e pressionado junto ao centro de nossa cidade.

Corro até o gasômetro. Chego junto ao por do sol e reparo todas as estilhaçadas de seus raios perante o espelho de água de nosso estuário (bonito dizer estuário, fazia tempo que não usava esta palavra). Mais um natal que passei no local de minha preferência. Mais um natal que chorei por não residir no meu centro amado.

 

Mais uma vez voltei do centro com o peito carregado por historias que só o centro dos quartéis e do Quintana, dos militares e a paisanas, sabe tão bem contar.

Um abraço.

criado por poetacronista    10:32:54 — Arquivado em: Sem categoria

Meu final de semana

 

Neste final de semana viajei para o século XVIII fazia tempo que não ia para lá. É uma viagem cansativa (retroceder tantos anos leva muitas horas), mas enfim fui rever amigos que deixei para trás (literalmente).

Ah, a corte portuguesa mandou lembranças para todos e a Cacá (é como chamo Carlota Joaquina) disse que um dia desses aparece para um chá.

Foi um final de semana bacana. Primeiramente tinha decidido ir para Jerusalém da época de cristo, mas como no natal todos ficam em volta manjedoura seria difícil dar um presente para o nenê.

No ano novo talvez vá para a idade média, ou quem sabe, para o futuro ver se meu filho seguiu minhas dicas de vida. Mas esta história de futuro me preocupa. É melhor não saber como tudo irá acontecer, ao menos, não antes dos fatos.

Bem, vou descansar porque a viagem realmente me cansou. Um bom dia a todos. E antes que me esqueça, a cacá tava irada com as travessuras de seu neto na noite carioca. Pobre coitada se soubesse…

Um abraço.

criado por poetacronista    07:23:26 — Arquivado em: Sem categoria

segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

Não prego o amor…

 

Não prego o amor, prego o romantismo. Acho mais importante que as pessoas que amam saibam expressar este amor! Não digo palavras do tipo “tenham amor no coração” seria ridículo isto vindo de alguém como eu. Mas mostrem o amor que possuem no coração!

O grande problema está aí. Na falta de romantismo.
Amor… Todos sentem! T O D O S ! O problema esta em saber, ou querer expressá-lo da forma correta. Alguns não o fazem por vergonha, outros por acharem romantismo um fato ultrapassado, enfim coitados dos poetas! Um dia desse me perguntaram sobre a falta de aceitação da poesia no mundo contemporâneo.

A resposta é simples e catastroficamente preocupante! Na era antiga (falo das épocas de Fernando Pessoa, Castro Alves, Luis de Camões e até Shakespeare, por que não?) o romantismo liderava a humanidade, ou ao menos os casamentos assim o eram.

As pessoas liam poesia! Hoje… Hoje as pessoas estão globalizadas em um simples gesto de resignação as futilidades de seu redor. Portanto, tenham RO-MAN-TIS-MO.

Deixo paras as igrejas e os lideres políticos a pregação do amor. Eu irei fazer militância pelo romantismo e suas virtudes e necessidades.

Muitos sentem amor, mas poucos, muito poucos mesmo, exercem de forma pública, clara e transparente o amor que sentem! No ano que se aproxima, digam que amam, mostrem o quanto amam e não fiquem pensando que o simples fato de terem amor no coração já é o bastante. Não é! Sentir e não dizer o que sente é o mesmo que não sentir absolutamente nada!

Portanto… Em 2008 leiam poesia, recitem poesia, chamem o parceiro (a) e digam sem motivo algum o quanto o amam. Creio que o mundo poderá ser salvo desta forma. Sejam românticos e, por favor, não fiquem dizendo pelos cantos que poesia é algo bonito, mas ultrapassado.

E se por acaso cometerem a hipocrisia de responderem este e-mail apenas para me dizerem que não acham poesia algo ultrapassado, então eu pergunto… Quantas poesias leste nesta semana?

Feliz ano novo

Um abraço.

criado por poetacronista    09:50:19 — Arquivado em: Sem categoria

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

eu também quero velejar!

 

Ah, que inveja do político
que veleja na baia da Guanabara
enquanto o povo de trabalhar não para e sustenta o iate.
E tem o cachorro que late nos pés do carteiro
que faz um mês que come o mesmo carreteiro
e anda cansado de mordida.
Sem falar na ferida do peito machucado
pelo filho magoado em ser o único a vestir mal.
E o traje do lalau?
Ah, bem que podia ser do lixeiro
que limpa nossa rua, mas pra roupa falta dinheiro
e isso é o ano inteiro, mas ano que vem tem eleição.
Já to vendo votarem no patrão
que prometeu churrasco com cerveja
ah, quanta fome e sede que incendeia
e agora é o céu quem me clareia
dizendo que deus vai ajudar!
Tudo sobra pro mesmo deus
que deve ser um baita de um ateu ou magnata
ou talvez não goste de gravata
e com bermuda convida o rico a velejar.
Sobra mais pros pobres,
mas é mais cachaça e dele porre!
Pra agüentar esta vida assim.
Talvez seja até o fim
o fim de uma vida de apologia a pobreza
onde a bíblia com clareza
diz serem bem aventurados os necessitados.
Que seja mal aventurado, mas seja rico!
Não me importo mais com isso
eu quero matar a inveja
pra que digam que quem veleja
é o poeta escritor.

E paro por aqui.

 

um abraço.

criado por poetacronista    09:35:55 — Arquivado em: Sem categoria

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Deboche

 

Cabral retornando a Portugal disse ao rei:
- O país que descobri é lindo, mas os nativos são uns burros!
- Então inventaremos que o Brasil será o país do futuro!
Acreditamos…

Agora irei me fantasiar de cantor de hip hop e deixar meu recado. Imaginem um som de fundo no estilo D2 e vamos juntos nessa!

Agora reclamo desta vida
Do país da alegria
Da magia do carnaval
Que colore o olho do gringo
E o povo leva pau!

Agora chamo gringo de
Vem cá meu bruxo!
Aposto no flamengo
Campeão com luxo
Enquanto Brasília diverte
A nossas custas

Que é isso minha bruxa?
O país da galhardia
Ta virando anarquia
Nem sei se vou cantar
Depois de tanta pa-ti-fa-ria!

País da alegria!
País do carnaval!
Brilho só em olho de gringo
E nosso povo leva pau!

País da alegria!
País do carnaval!
Brilho só em olho de gringo
E nosso povo leva pau!

E segue o barco meu muleke!

Agora vamos comprar pirataria
Vamos sonegar o que devia
Ser imposto pra saúde
Imposto pro João
Saúde pra Maria!

Mas não tem jeito não mulekada
O povo de Brasília
Só pensa em mensalão.

Vamos reclamar enquanto dá
Depois farão o favor de proibir
Serão leis pra nos ferrá
Brasil cansei de te exibir!

País da alegria!
País do carnaval!
Brilho só em olho de gringo
E nosso povo leva pau!

Levamos pau até no carnaval
A escola que ganhou
Não foi tida como a tal
Foi aquela que o presidente colaborou
Ah! Que raiva do Cabral!

Hoje, só debochando…

Um abraço.

criado por poetacronista    09:11:53 — Arquivado em: Sem categoria

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Gentil? quem?

 

Agora é minha vez de dizer o que penso,
como ajo, e o descaso? Nunca teve resposta pra nação.
Agora olho a cara de quem se importa,
e gritando pela porta a fora
digo pra pararem com a incompreensão.
É a ultima década desta primeira década de outro século.
É a primeira idéia de que o cego é feliz por não enxergar.
É a ultima chance, a nova nuance da vida progressiva.
Agora basta de hipocrisia!
se eu escrevo reclamam todo dia,
mas se me calo ha sempre aquele calo
que dói em quem a verdade em mim sentia.
É sempre assim.
Mais filhos e netos para aprenderem,
mais textos incorretos na escola para lerem,
mais historias deturpadas, mais manchetes de paraíso.
Paraíso nada!
É a podridão de um povo! Povo corrupto!
Os políticos?
Eles não têm culpa!
Os homens públicos são o espelho
De um povo e sua conduta.
São a extensão de nossa alma.
Fazem o que o povo quer fazer e não se elege.
Hipócritas, mentes paranóicas que provam nas urnas minha tese.
É voto pra amigo, pro vizinho conhecido,
é voto sem noção! Brasil país da perdição!
Não a perdição de uma mulata,
a perdição dos perdidos na mamata
de trabalhar na sonegação!
Brasil que vai as urnas, mas não vota!
Rasga o voto pelo açúcar, pelo pão,
pelo pedaço de colchão, tudo vale pra trocar por voto!
Para o povo dão vale transporte,
vale leite e vale alimentação.
E nós? Nós para eles damos o vale voto!
O Teu, o Meu e o nosso!
- Dá aí doutor o meu arroz, vale três pontos!
- é só trocar pelo seu vale voto!
- Dá aí meu doutor dentista,
- Dá meu óculos ô oculista, que voto no senhor pra deputado!
É o Brasil que vive de trocado.
O carro que foi trocado pelo voto no cunhado.
O arroz e feijão que foi trocado pela eleição do deputado.
No final aumento de salário não vem.
Não faz mal, vivemos de trocados.
O problema do Brasil é Brasília.
O problema do meu tio é minha tia
que votou no “doutor deputado” que antes tinha padaria.
O problema de todos, o problema meu, teu e dos outros,
é reclamar da roubalheira querendo ser eleito pra não pegar cadeia
enquanto roubam minha moral que não existiu.
Vergonha meu Brasil!
Tu educou, ensinou e assistiu
e agora o que restou é teu hino
teimando em ter peito varonil.
De novo, novamente…

Não foste a mãe gentil.

um abraço… que abraço nada.

criado por poetacronista    12:09:53 — Arquivado em: Sem categoria
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