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sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Noite de Cigano

 

Mestre da noite!

 

Ontem a noite no Chips – Getulio Vargas, 254 – o cantor Cigano fez o lançamento oficial de seu cd “Cigano acústico”, relembrando os bons tempos da década de 80. Cigano novamente foi cigano. Comandando o publico com a maestria que só ele possui, levou a platéia a infindáveis horas de alegria e harmonia musical ao tocar seus maiores sucessos.

“Que saudade me da
dos anos setenta e oitenta
a vida com gosto de menta
Porto Alegre era alegre demais”

Versos como este fazem de Cigano mais que um musico renomado de nossa cidade. É um verdadeiro poeta! Como cantor um fenômeno, que aos 40 anos de carreira parece ganhar mais voz e qualidade. Participações especiais como o mestre em dança Paulo Pinheiro e o ex arbitro Agomar Martins, tornaram a noite ainda mais agradável.

 

Cigano eternizou o momento com viagens ao tempo, com canções que descrevem Porto Alegre e principalmente o descrevem como o grande ícone de nossa musica local. Uma noite fantástica, uma noite que as paredes do Chips não esquecerão jamais.

A sensação após sair do show foi a de não ter permanecido no local por algumas horas e sim por duas décadas! O sucesso que Cigano fez no Chips na década de oitenta chegou a meus ouvidos por comentários daqueles que viveram a época, mas agora posso afirmar com toda a certeza que sei do que estavam falando.

Os quarenta anos de carreira fizeram de Cigano uma celebridade com total entrosamento com seu publico, e certamente a noite de ontem deixará eternas saudades naqueles que se fizeram presentes, e total arrependimento de quem não esteve.

Parabéns Cigano, Porto Alegre agradece por lhe ter como filho.

Um abraço.

criado por poetacronista    07:55:51 — Arquivado em: Sem categoria

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

MUDANÇA DE ATITUDE

 

Chega de revolta,

 

Ontem fui questionado sobre o que é ser poeta, também me questionaram sobre a musa (pergunta que nunca falta) e sobre a inspiração, esta também não podia faltar. Percebo que as pessoas gostam de falar de poesia comigo, talvez porque assim não falo de política, religião ou futebol e admito que me torno mais agradável em uma mesa de bar.

Acho que não existe uma única resposta para o que é “ser poeta”, ou melhor, tenho a certeza de que existe múltipla escolha para a questão. Fazer poesia (em minha ótica) é um exercício no qual fujo da mesmice do óbvio, e não me conformo com o trivial, seja ele da vida, dos pássaros, dos mamíferos, ou até mesmo da condição de um sol iluminar os planetas. Duvido de tudo. De forma às vezes surreal, em outras lúdica e geralmente beirando aos níveis mais preocupantes de loucura.

Em resumo é isto.É ser louco e é ser normal também. Não posso definir os poetas. Posso me definir como poeta, e isto faço com estas palavras, com estas respostas e com o abastecimento da duvida descrito em versos.

Agora quanto a musa de minhas obras, aqueles que me conhecem sabem que a inventei! Sempre escrevi contos, e quando a poesia surgiu em minha vida, usei a pratica dos contos para inventar a musa que precisava. Mas confesso que por ela me apaixonei.

Um abraço.

criado por poetacronista    09:10:49 — Arquivado em: Sem categoria

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

VONTADE COMUNISTA

 

A moda agora é falar de comunismo…

E sempre tem alguém pra levantar a bandeira de Stalin, Lênin, Fidel, Guevara, ou até mesmo de comunistas retrógrados e derrotados de nossa própria aldeia. Falo de “personalidades” como João Amazonas e sua trupe “montada em ufanistico discurso pró Cuba!” Para os desavisados, basta lembrar-lhes que tivemos motivos de sobra (no mundo) para testar o “regime” em questão.

Ah… Caiu o muro de Berlin, vocês sabiam? É… Foi que dia mesmo? – 09 de novembro de 1989. Tanto tempo assim e ainda há quem diga no Brasil…

– Saudades do comunismo!

Saudades do quê?!? Nunca tivemos comunismo no Brasil! Sem falar que aqui quem ganha o poder, acaba por rasgar ideais e logo passa a fazer o mesmo “jogo” da antiga arena!

Ops!, a arena deixou de ser ARENA há muito tempo. Mudou para PDS, depois para PFL, e agora é DEMOCRATA! Taí! Um partido novo pra gurizada votar, hahahahaha.

Voltando ao comunismo (saudoso que aqui nunca existiu) vamos rever o “porque” da queda do adorável muro…

“66,5 km de gradeamento metálico, 302 torres de observação, 127 redes metálicas eletrificadas com alarme e 255 pistas de corrida para ferozes cães de guarda. Este muro provocou a morte a 80 pessoas identificadas, 112 ficaram feridas e milhares aprisionados nas diversas tentativas de o atravessar.”
Mas quê beleza de regime político!

Ah… Agora os comunistas de plantão, me respondam:
Porque “cargas d´água” todos correram do oriente para o ocidente e não o contrário?!?!? Era tão bom assim o sistema? Que fique bem claro, que o comunismo no papel é o melhor sistema de todos, mas só no papel!

E a URSS? Bem… Agora a historia tende a ficar pior,
Irei ilustrar com apenas uma pergunta feita pela revista “superinteressante” (que não caracteriza manipulação de informações) a jornalista Anne Applebaum em junho de 2004.

Qual era, então, a razão que a polícia secreta da URSS encontrava para prender pessoas?
“Era possível ser preso por qualquer razão. Durante ondas de terror maciças, o regime prendeu todo mundo que parecia suspeito. Se alguém contava uma piada política, ia para a cadeia. Se fosse descendente de estrangeiros, também. A maioria dos presos era trabalhadores e camponeses de origem russa. Nem todos tinham praticado crimes políticos. Milhões eram chamados de presos criminais. Só que chegar atrasado ao trabalho, por exemplo, era considerado crime pelas autoridades.”

Vocês sabiam que os campos de concentração soviéticos possuíam a descomunal estrutura de 28 milhões de prisioneiros e 11 fusos horários diferentes? Estamos falando meus amigos, de informações vindas de uma repórter americana, do maior gabarito já existente na mídia mundial, vencedora do Pulitzer, prêmio máximo do jornalismo.

Será que após falarmos da Alemanha e da URSS, preciso citar Cuba?
Será que “ícones” que lutaram pelos ideais da URSS, merecem meu respeito ou admiração?

 
E enquanto isso, os comunistas de nossa aldeia seguem se escondendo atrás de um rostinho bonito, que se apresenta dizendo…
- E aí, beleza?

Um abraço.

criado por poetacronista    07:18:13 — Arquivado em: Sem categoria

terça-feira, 20 de novembro de 2007

CONSCIÊNCIA NEGRA

Prometo respirar antes de começar…

O importante a se dizer, é que valorizo as pessoas e a raça humana, independente de suas religiões, suas cores ou “raças”. O que não consigo admitir, é em pleno século 21 estarmos contribuindo para o racismo mundial. Existem “centenas de milhares de pessoas” que aplaudem o dia da Consciência negra, como forma de redimirem seus pecados, para que automaticamente após a data, possam expressar seu racismo doentio.

 
Sabemos que perante a constituição racismo é crime, inclusive com direito a reclusão ao sistema carcerário, em casos onde o flagrante seja comprovado. Mas, esta lei é cumprida? Talvez se comprovarem racismo contra algum ilustre cidadão de cor. Agora, se o envolvido for da “plebe” dificilmente se fará justiça.

Estou (ao menos tentando) chegar a ponto de explicar-lhes o “porque” de não aplaudir esta data, que em minha ótica (que fique bem claro isto) apenas denigre a imagem do negro e, por conseguinte dá aos “racistas de plantão”, que não são poucos, a oportunidade de pagarem seus pecados por um dia.

Não aplaudo o dia de hoje, não aplaudo o dia internacional da mulher, não aplaudo o dia do orgulho gay, e também não aplaudo revistas como a “raça” e outras mais. Datas… Sempre as datas criadas e estipuladas para ajudar os racistas, machistas e preconceituosos a sentirem-se melhor apesar de seus graves defeitos de conduta e caráter.

Um dia me perguntaram se eu era contra a “consciência negra”, quando respondi que sim, a pergunta seguinte foi pior ainda: - mas tu não tens amigos negros? Não! Tenho amigos, tão somente amigos! Não costumo defini-los como branco e preto! Somos pessoas, P E S S O A S! E fim de papo.

Quem costuma ler minhas poesias sabe que “volta e meia” faço alusão aos abusos e torturas que esta “raça” sofreu e ainda sofre. Continuarei lutando pela causa, mas desculpem-me, datas como esta, para mim… É tiro contra!

Um abraço.

criado por poetacronista    07:45:14 — Arquivado em: Sem categoria

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Minhas dores

 

Haja paracetamol,

 

Dor é algo que sentimos por motivos intensos, óbvios ou não. Às vezes controlamos com massagem, às vezes com um beijo ou até no simples desejo de termos o controle. A dor é visível ou sensível, é forte, fraca, contínua ou simplesmente nos reverte à certeza de que nunca passará.

 

Tenho a dor de ter perdido minha mãe. Algo que sequer comento para evitar o aumento desta dor. Lembram do controle? Pois controlo na alienação da própria dor. As pessoas diferem na forma que sentem suas dores, e existem até mesmo aqueles que alimentam-na na simples forma de expressar seu masoquismo.

 

Sinto dor de cabeça, dor ao não escrever, ao não ser lido e chego até ao ridículo de escrever a própria dor.

 

Dor, sempre a dor envolvendo a esperança e a desgraça. O amor e o ódio, a tristeza e a alegria alimentadas pela dor. Como diria o mestre Mario Quintana, “o vento sente a dor de não ser colorido!” Quintana não deveria ter morrido… Sinto dor disto também

Um abraço.

criado por poetacronista    09:23:47 — Arquivado em: Sem categoria

sábado, 17 de novembro de 2007

Dona do que sinto.

 

Ela sequer bateu na porta.

 

Foi entrando, não se apresentou e disse logo de cara:
Sou tua! E não adianta reclamar nem fugir, agora sou tua e fim de papo! E eu pensando ali encolhido no canto – “quem é essa louca, que nunca vi e agora disse ser minha?”.

Também confesso que não entendi se havia dito ser minha dona, ou eu que estava me tornando dono de alguém que nunca tinha visto antes.

Conseguiram perceber como foi difícil?
Mas fazer o que não é?

Foi exatamente assim que aconteceu. Após alguns meses (já conformado com o fato), decidi por conhecer o “metier” da louca invasora de vidas alheias. Comecei por renomados como Drummond, Quintana, Camões, Pessoa, Cecília e outros mais. Pensei… Não consigo gostar muito do que leio, principalmente quando sequer entendo, mas e agora? Se me perguntarem sobre o assunto terei que ao menos saber algo a respeito.

Então decidi exercitar minha condição de “dono da fulana” e criar meu próprio estilo. Assim… Creio que consegui resumir a forma com que tudo aconteceu em minha vida, desde a intromissão da inspiração e, por conseguinte o surgimento de um poeta.

Ah… Quanto aos ícones do passado posso afirmar-lhes que não gosto. Apenas isso, não gosto e ponto final. Não farei mais ataques violentos e cruéis àqueles que fizeram a historia da poesia, mas não deixarei de expressar minha “indiferença” a todos eles. Exceto Quintana! Digo de peito aberto aos sete ventos – Eu gosto de Quintana, mais que qualquer outro poeta! Entenderam?

Um abraço.

criado por poetacronista    10:46:39 — Arquivado em: Sem categoria

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Feriadão

 

Bem…
Lá vou eu de novo…

Passada a proclamação da República (que, diga-se de passagem, serve mais como feriado do que qualquer outra coisa) começa a vida novamente. Começa? Acho que não. Ao menos a maioria, assim como eu, faz feriadão! É! Esticamos a "parada da república" e nos lançamos a mais um feriado longo e prazeroso.

É sempre assim que ocorre.

Vocês sabiam que nos Estados Unidos (a verdadeira pátria mãe, porque mãe é quem cria) o 04 de julho não é feriado? E isto que comemoram muito mais que o nosso fantástico 07 de setembro. Continuamos nossas caminhadas rumo aos feriados, enquanto a moeda sucumbe diante da necessidade de ser subsidiada! Mas sempre terá aquele que dirá:

- mas vai descansar, e para de reclamar ô recalcado! (ao menos este é um dos elogios que tenho escutado).

Mas se for para comemorar este feriado, embora saiba que precisamos mesmo é de um fé-riado (bota fé pra curar esta bagunça), então agradeço a Mal Deodoro por ter chamado Benjamin Constant em seu leito de morte e dito “diga ao povo que a republica está feita”.

E depois já sabemos, ao menos, o que os livros nos contaram. Dom Pedro II e família partem repletos de dignidade (não podia ser diferente) de volta a terra natal após oitenta e um anos de monarquia no Brasil.

oitenta e um anos? Mas não durou de 1500 a 1889?

Quem leu minha crônica do dia 05/11 chamada “mariazinhas”, sabe do que estou falando.

Um abraço.

criado por poetacronista    14:05:23 — Arquivado em: Sem categoria

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Faço um pedido

Um fato vem me tirando o sono…

Sempre que publico minha coluna aqui neste endereço, recebo elogios publicados diretamente em meu blog, e recebo também, mais de trinta (30) xingamentos e criticas por e-mail.

Agora pergunto:

- Porque aqueles que compartilham de minhas opiniões publicam seus referidos elogios em meu blog e os que me insultam o fazem por e-mail?

Não está certo!

Por favor, publiquem seus descontentamentos com aquilo que escrevo. Abaixo de cada página existe um espaço para comentários! É… C O M E N T Á R I O S. Não lembro, de ter visto ou dito, que tal espaço estaria reservado para elogios. Aqueles que lêem diariamente minhas colunas precisam saber quem me elogia e quem me insulta! Se não, fica muito “maquiado” o negócio, não acham?

 

Quatro (4) ou cinco (5) elogios e nada mais. A verdade é outra! Recebo dezenas de insultos de pessoas, que pelo que vejo, não colocam a cara a tapa. Estou esperando o comentário de vocês, ok?!?

Um abraço.

criado por poetacronista    14:13:40 — Arquivado em: Sem categoria

Vida injusta!

Não é fácil ter nascido no século XX.

Tudo já foi criado e inventado, ao menos assim ficou estipulado. Vamos analisar o teatro. Shakespeare por exemplo, quantas vezes já fizeram releituras e revisitações de Shakespeare? O conceito de bom escritor, diretor, produtor e até mesmo ator… Passa pela atuação na "versão" feita do "ícone" em questão. E é claro, falei apenas de um nome.

E na música? Quantas obras inspiradas em Sinatra, Elvis, Beatles, etc.? Não adianta nem começar a montar banda de música que logo irão rotular como sendo influência deste ou daquele "músico sagrado" do passado!

Literatura? Aí a coisa fica mais feia ainda.

Chegam de mansinho e dizem… Tu escreve? Mas… Já lesse o fulano?

EU NÃO COPIO OS FULANOS! E quando enxergam o poeta no palco recitando, sempre tem aquele ser cuja competência é voltada para tirar méritos, que diz… Puxaste o fulano neste dom! (fazendo menção a algum antepassado da família).

Será que não temos mérito algum em nossas vidas? Tudo ou foi herdado ou copiado de renomados músicos, atores, escritores e poetas? Coitados daqueles que assim como meu filho, nasceram no século XXI. Sequer irão copiar alguém! Terão que copiar aqueles que já copiaram os outros! E sabem o que é pior? É que ainda tem gente que bate palmas para tudo isso. Eu não. Ah… Um aviso aos poetas e adoradores de Poesia do Rio Grande do Sul,

Já ouviram falar em Quintana? Já? Não parece.

Um abraço.

criado por poetacronista    08:53:20 — Arquivado em: Sem categoria

terça-feira, 13 de novembro de 2007

Ridículos!

Salve o futebol

Havia prometido a mim mesmo e a alguns amigos, que não voltaria a falar de futebol. Perdoem-me, mas não dá!
Futebol pra mim é muito mais simples que o pensamento da maioria. É aproximação com ocupação de espaço, é saber marcar, jogar e bloquear as investidas do time oponente. Discutir futebol com analistas do esporte é discutir de forma prazerosa e sadia, agora, discutir com torcedor é um porre! Torcedor vê seu time. Só o seu time!
Os torcedores possuem por função básica e fundamental colorir os estádios e fornecer aos clubes a razão de existir dos mesmos, mas, por favor, NÃO DISCUTAM FUTEBOL! Voltando para a briga domestica de nosso estado vejo os disparates e as gafes de duas grandes torcidas:
Os colorados enchem os peitos e de forma ufanista gritam – somos os únicos campeões mundiais!
Perceberam o ridículo? Passaram por 23 anos almejando o titulo do rival, para depois desdenhar do mesmo. Não! Não! Eu disse não! O Grêmio é campeão do mundo sim! E uma grande conquista com um grande título. Ou será que estou errado?
Agora vamos para o ridículo oposto:
Os gremistas dizem – conquistamos na serie “b” o titulo que nos faltava. – não! Não faltava não! Por favor, deixem de ser ridículos! Todos sabemos que o titulo da serie “b” só passa a ser o objetivo, após o vexame do rebaixamento. Nenhum time grande (e o Grêmio está entre os maiores) tem o direito de almejar a conquista da serie “b”.
Ridículos, vergonhosas atitudes de torcedores que não percebem as incoerências que cometem devido à paixão, ou melhor, o amor que sentem pelos seus clubes.
E eu? Eu não sou um torcedor! Deixei de ser a muito tempo. Prefiro analisar futebol e até ter que dar explicações de situações tidas como “inexplicáveis”.
Ah… Para isto tenho até uma história. Estava eu assistindo a Grêmio e Náutico (a fatídica batalha dos aflitos) na casa de praia de um amigo, quando admiti para os presentes que torceria pelo Grêmio. De inicio não acreditaram, mas depois consegui convence-los.
O problema é que após o encerramento do jogo minha excelentíssima ex-mulher telefonou aos berros – não adianta secar! Não adianta secar! Estava eufórica com a defesa de Galato e com o gol de Anderson. Eu queria ter tido mais tempo para explica-la que também estava torcendo pelo Grêmio.
Torcedores, sempre os torcedores protagonizando as maiores e vexatórias delinqüências por seus clubes.
E aqui no sul…
Colorados desdenhando das conquistas históricas do Grêmio (quem não lembra do maravilhoso time de Felipão), e os gremistas para não ficarem para trás, comemorando a vergonhosa batalha dos aflitos (era melhor não lembrar de um jogo onde o grêmio tentou perder e não conseguiu).Enfim, torcedores, a razão de ser de nosso esporte.

Um abraço.

criado por poetacronista    08:18:08 — Arquivado em: Sem categoria
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