quarta-feira, 28 de novembro de 2007
Cegueira temporaria

Em meio a cortinas bordadas e tons matizados de pintura, entrou o sol por minha janela. Creio que este início poético venha por condenar minha prosa às maiores rimas e encantos de um poema, mas como não é este o objetivo, sigo em frente…
O crepúsculo já havia anunciado um dia ensolarado para uma quarta-feira de fortes emoções. Fortes? Sequer sei de fato algum… Mas enfim, partindo de uma análise simplista de que em algum lugar, algo de intenso ocorrerá, abasteço dele para escrever algo que sequer sei o que será.
Enrolado? Não.
Apenas encantado com uma bola incandescente que flutua no horizonte e todos a chamam de sol. Foi ela, a bola, a aprazível presença de um dia promissor, que me tirou primeiro a revolta de costume, depois o foco diário e me trouxe ao teclado para apenas dar um recado.
Voltarei mais tarde com os olhos curados da luminosidade em que se encontram, devido aos minutos consecutivos e nocivos de pupilas direcionadas ao sol.
Acho que tamanha luminosidade afetou o cérebro e por isso fiquei tão vago em minha escrita.
Bom dia a todos, e valeu astro rei!
Valeu pelo quê mesmo?
Um abraço.
criado por poetacronista
07:13:11 — Arquivado em: 
