este blog mudou de endereço, acesse em…

poetacronista.blogspot.com

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Foto bacana

 

Eles se superam,

Abro minha caixa de e-mail e o que vejo? Um “convite” para participar de corrente!
Sabem aquelas correntes que um fulano passou para tantos e-mails e foi promovido? E o beltrano que não passou morreu atropelado? É aquela mesmo! Não foi o descuido ou a bebedeira que matou o sujeito, e sim o e-mail que ele não mandou! Ah… E ainda dizem pra você não ser ESTUPIDO a ponto de quebrar a corrente! Eu mereço. Deixo abaixo um trecho do e-mail para que possam ler enquanto tomo água e respiro fundo antes de expressar minha opinião a respeito

“Um oficial da marinha enviou para 13 pessoas e foi promovido.
Um executivo jogou fora e perdeu o emprego.
Uma dona de casa mandou para 31 pessoas e ganhou na loteria (foi pouco, mas ganhou).
Um esportista não mandou e achou graça, quebrou a perna no primeiro jogo.
Um bancário, desconfiado mandou só para 5 pessoas e foi preterido na vaga de chefia.”

Já leram?

Então vamos adiante. Respondam-me, o que leva um bando de desocupados a ficarem enviando “correntizinhas” para os outros? Eu realmente queria saber! Será que são capazes de acreditar nos malefícios e benefícios de tal gesto? Deve ser brincadeira! Só pode!

Agora fico imaginando o IMBECIL que criou a palhaçada (falo daquele que originou a brincadeira de mal gosto) defronte ao computador teclando F5, para a cada minuto atualizar o numero de ESTUPIDOS que perderam tempo dando força a sua corrente!

Deve levar “algum” nisso, porque de graça só internando! Me expliquem!
Eu quero um motivo concreto e cientifico para que acreditem no poder de uma corrente! Bem… Ao menos vivemos na era da globalização, porque antes tinha de enviar pelo correio, e lá ia minha finada mãe montada em sua ingenuidade enviar as cartas pelo correio.

É dose!

E ainda querem me chamar de revoltado. E tudo isso por causa da foto (acima publicada) que teria sido tirada sem a “caricatura” de alma perdida e finalizada com a morte do fotografado em questão!

Vai ver o imbecil tomou uma overdose e preferiram dizer pra família que a parada “cárdio respiratória” foi por causa da foto! E aí do outro lado do mundo uns babacas acreditam e ficam passando por e-mail com medo de morrer.

Hoje antes de escrever este texto ouvi de um amigo… “Na dúvida eu participaria da corrente”. Pode? Na dúvida votam em corrupto, na dúvida acreditam em superstição e ainda mandam e-mails para incomodar quem leva a internet a sério!

E se não existisse tecnologia?

Não saberíamos do fato e morreríamos? Todos nós?

É obvio que não enviarei para ninguém o e-mail! E se por um acaso eu morrer vinte e quatro horas depois, saibam que sou um candidato em potencial para a morte. Sabem porque? Porque estou vivo!huahauhauha

Olhem…

Pode até ser este texto o responsável por não lerem mais o que escrevo, mas se desta forma eu não receber mais “certas correntes” já estarei lucrando.

Um abraço.

ps. O poeta Adriano Viaro morreu logo após ter escrito este texto.

criado por poetacronista    08:13:52 — Arquivado em: Sem categoria

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Quase religiosos

 

Admiro os devotos de verdade.

Antes que pensem que enlouqueci, deixe-me explicar. Refiro-me aos devotos que exercem e praticam suas crenças sem que isto impeça a felicidade, ou transforme a vida em um tédio definitivo.

Sou ateu (acredito que todos já saibam), mas não sinto nenhum tipo de escárnio ou ojeriza pelos religiosos deste mundo, até porque não conseguiria viver de forma social, tendo em vista sermos apenas cinco milhões (de ateus) em todo o país.

Se for para acreditar, então que acreditem com afinco e devoção, ao invés de ficarem mascarando a indiferença religiosa ao dizerem… Sou cristão “não praticante!”.

MAS QUE RAIOS É ISSO?!?!??!

Como alguém pode ser alguma coisa e não praticar? Então se torna mais viável e honesto (acima de tudo) abraçar o agnosticismo e definitivamente dizer que acreditam em deus, sem nenhum tipo de vinculo religioso.

Seria aquela análise simplista do tipo “- alguém inventou isto tudo então acredito neste alguém”. Simplista é elogio, perto do que merece esta atitude, ou melhor, filosofia de vida. Querem maior contingente de “não praticantes” do que na “santa igreja católica apostólica romana?” É uma vergonha para todos os verdadeiros seguidores, terem que conviver com os “falsos religiosos”.

Guardadas as devidas proporções, é o mesmo que um torcedor dizer…
– sou colorado, mas quando o Grêmio joga contra paulistas, torço pelo nosso estado! Pode? Por estas e outras que cada vez mais, me desvinculo da condição de torcedor.

Mas não perdendo o foco da religião…

Ainda tem aqueles que dizem não existir melhor lugar para “arranjar” o par perfeito do que na igreja!

Transformaram a casa de deus em agência de namoro!

Confesso, juro por tudo o que vocês acreditam, que me sinto ofendido pelos religiosos! Depois dizem que heresia é ser ateu! Ah… E tem também as meninas que freqüentam a igreja porque ta na moda, e os que se aproveitam da igreja para aprender música (depois formam a banda e dão no pé, hahahah). Enfim, é a filantropia patrocinando os seguidores.

É o paradoxo da fé, huahauhauha. Eles me matam.

Por isso afirmo, e reafirmo. Eu admiro os devotos de verdade. Pena não “enxergarem” os que não são. Ou será que enxergam?

Um abraço.

criado por poetacronista    16:11:12 — Arquivado em: Sem categoria

Fantasiados

 

Vamos erguer a bandeira
das enchentes e queimadas
do fim de nossas matas
ou o suicídio do ozônio

Vamos aplaudir a seleção
da primavera ao outono
Para no inverno sentirmos falta
de agasalhos e comida

Vamos chorar o menino inquieto
Que abusa nossa paciência
Pedindo por clemência
uma esmola ou um teto

Vamos falar mal dos políticos
Mantendo nosso discurso anarquista
Mas não esqueçamos a coerência
Reelegendo cantores e artistas

Vamos manter a covardia
Vendendo e comprando votos
Enquanto o congresso nos aplaude
Em suas festas de bancada

Vamos dizer,
Brasil pais do futuro
Futuro da injustiça e corrupção
Brasil penta do mundo
Penta no fiasco da eleição

Vamos brindar a burrice escoltada
comemorando em Brasília o ingresso
Levando pelos ombros ou nas mãos
mais um homem desonesto

Vamos denunciar este poeta revoltado
Dizendo ser hipocrisia e insanidade
Chamando-o de demagogo mentiroso
Enquanto camuflamos a verdade

Vamos qualquer coisa!
Não mudaremos o futuro
Chega de fantasias…
Já escolhemos a de burro.

criado por poetacronista    07:47:51 — Arquivado em: Sem categoria

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Meus sonhos

 

Sempre sonhei em ser o Ranzolin!

Este era meu sonho até os 17 ou 18 anos, mas confesso que de algumas pessoas eu escondi. Lembro de meus 05 anos quando de minha primeira ida ao Beira Rio, junto de meu pai, meu irmão, minha irmã e minha mãe. O jogo era Inter e Atlético PR.
O resultado foi no mínimo traumatizante para uma criança que ia ao seu primeiro jogo e assistia ao “poderoso” colorado de Marcelo Vita e CIA ser goleado vergonhosamente pelo adversário paranaense.
O trauma foi diminuído pelo fato de que não havia em mim um referencial de torcedor (ao menos não naquele momento) talvez pela pouca idade. O certo é que meu pai me questionava durante o jogo do porque de eu não estar assistindo a partida.
Minha mãe respondia por mim dizendo sempre que eu tinha apenas cinco anos e que isto por si só justificava o pouco interesse. A verdade era outra! Eu estava prestando a atenção sim, só que nos repórteres “atrás do gol”, acompanhando pelo radinho a pilha tudo o que diziam.
Bem… Este era eu, aos cinco anos sonhando com a carreira de radialista (a qual tentei, mas não deu certo) com especial afeto pelo narrador. Situação que chegava a ser hilária. A professora perguntava no colégio o sonho dos alunos e recebia de resposta, cinco desejos de ser o homem aranha, vinte e poucos de ser o super homem, uns dez querendo ser o batmam e…

EU QUERIA SER O RANZOLIN!

Lembro de memoráveis jogos (pelo menos para mim) no campinho da vila, onde eu ficava em cima de uma arvore narrando alto e em bom tom o jogo da “gurizada”.
Bons tempos aqueles.
Depois dos dezoito anos, comecei a beber e a fumar alias depois dos dezoito anos começou tanta coisa na minha vida que acabei indo com muita sede ao pote, mas isto é outra historia que talvez conte um dia. O importante a ressaltar é que com a chegada dos vícios, o fôlego não foi mais o mesmo e mudei o sonho… Passei a querer ser o Ruy Carlos Ostermann!
Com este ideal eu me manteria no futebol, não precisaria de “tanto fôlego”, mas precisaria melhorar e muito meu vocabulário. Tratava-se do Professor Ostermann!
Decidi ingressar em cursos de radialismo e locução, bem como dicção e oratória. Tudo isto para descobrir que Ruy é formado em filosofia!
Acho que não deu certo, mas concordo com o escritor Assis Brasil, quando disse…

“Se em algum momento conhecerem alguém que da noite para o dia melhorou a fala e a forma de escrever, podem ter certeza… esse alguém leu o Ruy”.

Assis Brasil estava certo.

Um abraço.

criado por poetacronista    07:53:52 — Arquivado em: Sem categoria

Cegueira temporaria

 

Em meio a cortinas bordadas e tons matizados de pintura, entrou o sol por minha janela. Creio que este início poético venha por condenar minha prosa às maiores rimas e encantos de um poema, mas como não é este o objetivo, sigo em frente…

O crepúsculo já havia anunciado um dia ensolarado para uma quarta-feira de fortes emoções. Fortes? Sequer sei de fato algum… Mas enfim, partindo de uma análise simplista de que em algum lugar, algo de intenso ocorrerá, abasteço dele para escrever algo que sequer sei o que será.

Enrolado? Não.

Apenas encantado com uma bola incandescente que flutua no horizonte e todos a chamam de sol. Foi ela, a bola, a aprazível presença de um dia promissor, que me tirou primeiro a revolta de costume, depois o foco diário e me trouxe ao teclado para apenas dar um recado.

 
Voltarei mais tarde com os olhos curados da luminosidade em que se encontram, devido aos minutos consecutivos e nocivos de pupilas direcionadas ao sol.

 

Acho que tamanha luminosidade afetou o cérebro e por isso fiquei tão vago em minha escrita.

Bom dia a todos, e valeu astro rei!

Valeu pelo quê mesmo?

Um abraço.

criado por poetacronista    07:13:11 — Arquivado em: Sem categoria

terça-feira, 27 de novembro de 2007

E deus criou o homem…

 

 E fez a sua semelhança?

Sempre aprendi e concordei que dentre os seres deste planeta, nós (seres humanos) éramos os mais inteligentes, mais racionais (óbvio) e até os mais belos (discutível eu sei), mas a questão é estar acima da cadeia alimentar.

Temos as melhores formas físicas, ou ao menos, as mais úteis (não vão me dizer que uma girafa consegue pegar uma maça, ou descascar uma laranja) dentre todos os seres que aqui habitam.

Mas nunca consegui conceber algumas proezas da mãe natureza, por exemplo, os olhos dos seres definidos como “felinos”. São os mais belos olhos de toda a existência humana, ou estou errado?

Por que os seres tidos como “racionais” ou ainda “feitos a semelhança do criador” precisam sujeitar-se a admirar os olhos de um reles gato?

Deixando de lado todas aquelas opiniões do tipo “o poeta enlouqueceu” vou frisar para que não fique nenhuma duvida… EU QUERIA TER OLHOS DE FELINO!

Outra situação no mínimo constrangedora é a facilidade que estes seres possuem para sobreviver às quedas! Será que somos mesmo os “escolhidos” pelo criador?

Não sei, mas acho que deus deve ser um gato!

Ou seria um leão?

Um abraço.

criado por poetacronista    16:43:25 — Arquivado em: Sem categoria

Os males de meu radicalismo

 

Minha infância foi regrada por radicalismo de idéias.

Todas provindas de meu pai e algumas até de minha mãe que mesmo tendo sido uma mulher centrada tinha lá seus repentes de megalomania. O pai sempre foi, e ainda o é, um ser fantasticamente culto e inteligente, mas injusto. Extremamente injusto.
Falo de injustiça doméstica, injustiça para consigo mesmo. É daqueles homens que deixou, ou melhor, abriu mão de uma vida “melhor definida” apenas pelo radicalismo inconseqüente de suas opiniões. E eu criado neste berço autoritário aprendi desde cedo a idolatrar todo e qualquer tipo de personalidade.

O radicalismo!

Este sem dúvida é o responsável pela idolatria, seja ela pela música, pelo futebol ou até mesmo literatura.

Ou idolatro, ou detesto!

Nunca direi que simplesmente gosto. É simplista demais!

Portanto vamos lá…

Eu adoro futebol!
Eu odeio o torcedor!
Eu adoro MPB
Eu odeio Beatles!
Eu odeio todas as bandas cover dos Beatles!
Eu adoro todos os poetas nascidos após a década de 70!
Eu adoro todos aqueles que lêem meus textos!
Eu odeio comunismo!
Eu adoro ver o Chaves!

E odeio, odeio admitir isto também.

Um abraço.

criado por poetacronista    07:30:31 — Arquivado em: Sem categoria

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Mulher descrita em prosa

 

 

A beleza da mulher define a vida envolta em tristezas, não como quem plagia Vinicius, mas na certeza de ser triste por bela apresentar-se a todos nós.
A “mulher ser”, a mulher de um viver obrigado e necessário, por ser nela, a luz dada a toda existência humana.

Seria leviano, aproveitador, usando metáforas para descrever a grandeza desta existência e talvez voltasse ao plagio levando David Coimbra, mas do que a serio.
Hoje acordei fazendo “ode” a mulher. Gosto de escrever ao “sexo maior”, desde que, não escreva na hipócrita data chamada “dia internacional”, nestas horas me calo. Mas hoje descrevo sua importância, chego a ser vago ou até montado em redundância ao dizer que amo este ser que me fez poeta.

A musa, a mãe, a mãe de meu filho, a dona de um peito em exílio e até mesmo a companheira e amiga. Todas foram mulheres de relevância, mulheres com historia, mulheres que me atraem por serem femininas, às vezes nem tanto, mas com a proeza de me levar aos prantos definindo esta condição.

A admiração começa no semblante disposto em curvas, na magia do sorriso que descortina lábios, que aumenta meus presságios que teimo em chamar de inspiração, em versos e contágios.

Depois a admiração passa para o contexto mais concreto, a luta, a batalha deste ser guerreiro. Um ser tentador, maiúsculo e aterrador que consegue dominar sem expor o dedo em riste. Consegue dissimular de forma lúdica a inspiração de um poeta, que pensando nela, abandona o poema e passa a escrever em prosa.

Sempre a mulher nos caminhos tortuosos de um homem, que vive por ela a chorar insistindo em dizer que não.

Um abraço.

criado por poetacronista    09:31:01 — Arquivado em: Sem categoria

Meu reino por um empréstimo!

 

Somos os maiores devedores do universo!

A prestação vai vencer e a vida…Vai congelar nossos ossos até podermos ver a maldade que fizemos para nos mesmos. A evolução das espécies está fora do eixo. A criatura homem venceu todas as barreiras e agora bate no peito de forma ufanista…”Somos donos de nosso território” donos do que? Chega!! Estragamos a criação do universo, criamos vírus sem cura! Criamos a divisão de classe mais injusta que um ser possa conceber. Somos todos os culpados, e não podemos “tirar o corpo fora”.

Os anos foram passando e com eles formando décadas da mais ingrata e genocídia devastação da natureza. A hipocrisia com que criticamos (e até escrevemos) cai por terra no momento em que nossas atitudes se valem contra nossas queixas, em um simples gesto de depredação do universo.

Hoje convivemos com o aquecimento global, culpa de quem mesmo?
Com a deterioração do ozônio, culpa de quem mesmo?
Com as avalanches nas insalubres moradias de nossos morros, e assim por diante. O bicho Homem se reporta as crenças para tentar compreender os “manifestos divinos” como forma de punição aos seus pecados…Covardia? Creio que sim!

Está na hora de refletirmos no espelho e contribuirmos para o bem do planeta antes que “ele planeta” decida livrar-se de nós. Estes problemas urgem em detrimento das questões político-sociais, embora nem todos vêem desta forma.

Quando esquecemos dos problemas existenciais de nossa espécie, pelo simples fato de nosso time ter sido campeão, penso…

Até quando nos vestiremos de burros para uma festa que não é a fantasia?

Um abraço.

criado por poetacronista    07:32:37 — Arquivado em: Sem categoria

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Rotulos, quem precisa?

 

São muitos os atrasos da humanidade.

Acho que todos concordam, mas a discordância surge no momento de aponta-los. Vejo como fatores principais, a superstição, a religião, e os rótulos. Falarei em especial do ultimo que gera um atraso no mínimo preocupante.

Antes mesmo de criarmos algo, independente de literatura, arte, musica e tecnologia devemos rotular a invenção. Na musica, por exemplo, bandas de “rock pesado” encaixam-se em heavy metal, trash metal, death metal, black metal, e até White metal (que não define estilo ou nível de agressividade e sim como gospel). Na literatura considero mais preocupante. Não falo do fato de ter que rotular como conto, crônica, critica, romance ou poesia. Falo dentro de cada um destes rótulos. Peguemos a poesia como exemplo.

Podem ser poesia, poema, soneto, haikai, e outros tantos. Se eu opto por soneto devo metrifica-lo obedecendo mais de oito regras distintas de rima, aabb, abab, abba, (siglas que determinam qual verso irá rimar com qual) e assim por diante, nas infinitas combinações envolvendo as duas letras. Isso é atraso! A T R A S O !

Deixem de rotular!

É a coisa mais desprezível e inútil entrar em um blog de poesias e prontificar-se a postar comentários para definir rótulos e métricas. Andei recebendo e-mails de “amantes da poesia” que se diziam incapacitados de comentar no blog devido à falta de argumentos técnicos. Pergunto: - pode? Os poetas técnicos e suas mirabolantes teses sobre poesia, estão mesmo que involuntariamente, obstruindo a passagem e o gosto daqueles que adoram ler poemas (viu só, acabei de usar poema, ao invés de poesia).

Qual a importância de sabermos que um poema retrata de forma poética um fato, ou uma história, e a poesia apenas descreve com sentimentos e efeito uma simples carta ou dedicatória? Isto muda algo? Tira o encanto das palavras? E quando o poema é musicado? Vão dizer “adorei no show a hora que ele cantou aquele poema musicado”. É ridículo.

Sempre os rótulos. E devido a este fato, vou fazer um acordo com os leitores. A partir de hoje irei separar meus blogs de forma diferente. Não serão mais de poesia e crônicas (afinal sequer escrevo crônicas, ta mais pra critica literária) e sim um blog para prosa (este que estão lendo) e o outro para verso. E ponto final. De acordo?

Um abraço.

criado por poetacronista    12:40:51 — Arquivado em: Sem categoria
Posts mais antigos »
Report abuse Close
Am I a spambot? yes definately
http://poetacronista.blog.terra.com.br
 
 
 
Thank you Close

Sua denúncia foi enviada.

Em breve estaremos processando seu chamado para tomar as providências necessárias. Esperamos que continue aproveitando o servio e siga participando do Terra Blog.