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sexta-feira, 31 de agosto de 2007

Final de semana!

 

Sexta-feira até o céu é light!

Nestes dias, ou melhor, momentos… Penso na alegria de estar vivo, de gostar desta vida e não abrir mão dela por nada neste mundo. Penso na tristeza de não viver, e vinculado ao sentimento de amor ao filho entro também no clima de sexta deixando de ser revoltado.

Algumas situações ou coisas são realmente mágicas e neste caso a magia surge em um dia capaz de conduzirmos a certeza do repouso merecido. Hoje vejo os pássaros voando e tenho vontade de convida-los para uma cerveja, seguido de cigarros e cantos fiados.

Eh! Ta aí um bom programa para sexta-feira. Talvez seja a reunião mais psicodélica de nossa existência. Pássaros sentados em mesas de bar contando-nos as proezas de uma vida promiscua junto às nuvens! E o pior… Os mesmos seres alados perguntando as maravilhas de uma vida humana.

 

Seria a maior e melhor troca de informações para um legitimo happy hour, não acham?

 

Ou acham que deixei de ser revoltado para ser louco?!?

Deve ser a sexta-feira, ou…

Meus amigos não possuem senso de humor.

Um abraço.

criado por poetacronista    14:04:35 — Arquivado em: Sem categoria

quarta-feira, 29 de agosto de 2007

Eu de novo!

 

Diriam os leitores…

Lá vem aquele ridículo, complexado e "metido a escritor" novamente!
Talvez tenham razão, mas como é bom poder falar o que se pensa, não acham?

O ser humano também se torna ridículo quando prefere não questionar o inexplicável, apenas para manter-se na sociedade.

Enquanto isso no congresso federal…Eles batem palmas!

Com nossa resignação…Compram pizzas!

Com nossa "descultura"… Compram aparelhos celulares!

Com nossa fé…Compram "selos"

E o pior…

Com nosso direito ao voto (direito? Prefiro chamar de obrigação!)

Bem com este eles ganham o direito (aí sim!) de permanecer enchendo os bolsos!

E eu que sou revoltado…Heim?

Um abraço.

criado por poetacronista    19:28:38 — Arquivado em: Sem categoria

Alicerce de Mentiras

Um dia acreditei…

Às vezes me pergunto sobre alguns fatos, algumas situações fundamentais para o convívio político-social, que amedrontam os desfavorecidos perante a sociedade atual. Aprendemos verdades e mentiras até mesmo sobre o período feudal, mas posso citar em especial uma verdade e uma mentira:

A verdade: O período feudal existiu!
A mentira: Ele não acabou!

Talvez eu deva realmente ser taxado de louco, ou quem sabe, escanteado da globalização ferrenha de nossa “maré sem ondas”. A vida noturna em nossa aldeia é elitista, Já a diurna…Mantém “black tie” para passeios no parque, e chega ao ridículo de assoviar Ravel em baile funk! Eu continuo sendo o ranzinza, rebelde, revoltado, unido pelo ódio, etc.

Estou errado? Talvez esteja pelo mal que isto me faz, mas nunca pelos argumentos providos de generosos elogios, à classe repugnante de nossas ruas!

Se eu pudesse, juro que optaria por nascer em Porto Alegre sem ser gaúcho.

Incomodam-me as atitudes de um povo presunçoso por natureza, um povo que valoriza o que é seu (normal e aceitável), mas valoriza somente o que é seu! Um povo que todo dia 20 de setembro comemora a maior “tunda” já sofrida por ele mesmo, eh… Levamos uma surra, e ainda assim comemoramos o dia da batalha final!

Comemoramos o que?

Creio estar na hora de pararmos com a hipocrisia e verificarmos que temos historia para contar sim! Mas todos possuem a sua! Algumas pessoas que sequer conhecem a historia do Rio Grande aproveitam-se para aplaudir e tirar vantagem de datas absolutamente mentirosas que nos foram contadas.

A propósito…Porque mentem no colégio?

Ah…Já sei…Seria cruel contar a verdade para as criancinhas! Mas e quando descobrimos (na fase adulta) que fomos enganados a vida inteira? Não se torna pior?

Vou relatar resumidamente minha vida…

Primeiro descobri que Papai Noel não existe;

Depois foi o coelhinho o desmascarado;

Aos 19 perdi a fé em qualquer santidade que dizem existir;

E como se não bastasse… Descobri que no 20 de setembro nos deram arrego!

Mas pelo menos no sete de setembro eu comemoro a independência…

Só não sei de quem.

Um abraço.

criado por poetacronista    10:38:27 — Arquivado em: Sem categoria

terça-feira, 28 de agosto de 2007

Responda!

 

 

 

Sem pensar muito…

 

Você sabe o que o mundo diria se soubesse falar?

Você sabe o que as arvores fariam se tivessem pernas?

Você sabe o que cães fariam se andassem em dois pés?

Você sabe o que os ricos fariam se fossem pobres?

Você já pensou como seria a vida se o sol apagasse?

Você já tentou explicar sem dogmas a existência de deus?

Você já gritou ao mundo o amor que sente por alguém?

Você já se colocou no lugar de quem lhe pediu esmola?

Você já sofreu de depressão sem motivo?

Você já percebeu que ser gaúcho é ver qualidades apenas no que é seu?

 
Você acha o pôr-do-sol do Guaíba o mais belo do continente?

Você já percebeu que viajou pouco?

Você percebe seus defeitos sem que os outros os apontem?

Você acha que sou pretensioso em querer escrever verdades?

 

Então me responda…

Quantas vezes você disse não ter preconceitos mentindo pra si mesmo?

Um abraço.

criado por poetacronista    13:07:12 — Arquivado em: Sem categoria

segunda-feira, 27 de agosto de 2007

Há 33 anos…Porto Alegre perdia Lupicínio!

Mais um ano sem Lupicínio

Muitos diriam que foi o maior compositor de “dor de corno” do país. Não concordo.

Vejo a historia de Lupicinio como a trajetória de um mestre, alguém que escreveu, e ao mundo entregou a maior obra que um “dito compositor” já possa ter feito.

Porto Alegre amanheceu menos alegre, amanheceu ouvindo Felicidade, ou ainda “esses moços” entre tantas outras. Porto Alegre teve em Lupicinio, seu maior compositor.

Confesso que aprendi a gostar a pouco tempo. Conheci melhor a obra de Lupicinio Rodrigues, vendo suas musicas interpretadas na voz de um amigo…Agomar Martins!

O ex-arbitro que “brinca” de cantar as inesquecíveis canções de nosso mestre, e por sinal faz muito bem.

Acordei ouvindo Lupicinio

Dormirei da mesma forma.

Se substituísse esta crônica por uma tarja preta, em sinal de luto, já estaria de bom tamanho, mas sendo um convicto cidadão do século XXI, preciso fazer a ressalva, admitindo lamentar não ter conhecido ícones do passado como Lupicinio Rodrigues.

Porto Alegre faz luto, mas ao mesmo tempo agradece aos céus por ter parido este moço.

Um abraço.

criado por poetacronista    13:09:25 — Arquivado em: Sem categoria

domingo, 26 de agosto de 2007

Dia de domingo

 

 

Boa tarde,

 

Nem sempre as palavras aparecem quando as procuro, em alguns dias específicos o terror passa a ser a falta de assunto, a falta de argumentos até mesmo para alguém que insiste em escrever todos os dias. Hoje talvez eu fale do dia, do típico dia de inverno para nós gaúchos. Já estou com saudade do verão, saudade de vestir roupas leves e de forma aprazível acordar pelas manhas indo de encontro ao chuveiro.

 

Não posso deixar de relatar a dificuldade de sobreviver com a estação do frio. Algumas pessoas (aquelas que convivem comigo desde a infância) devem recordar que sempre preferi o frio em detrimento a todas as outras estações, mas meus amigos… Naquela época ainda não havia experimentado a sensação de ser calvo. Posso agora afirmar que isto influencia (e muito) na sensação de “passar frio”.

 

O que mais dizer em um domingo?

 

Como fazer disto uma crônica, quando parece realmente a página de um diário?

 

Não sei…

 

Acho que os fatos que me circundam acabam por fazer com que reflita sobre as atitudes da humanidade. Hoje mesmo… Estive passeando no shopping, e avistei quatro garotos vestidos identicamente à Paul, George, Ringo e John.

 

É… Sou do tempo que todo louco dizia ser Napoleão…

Hoje eles acham que são os Beatles.

Um abraço.

criado por poetacronista    16:22:01 — Arquivado em: Sem categoria

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Nostalgia

 

 

Não entendo… 

 

Brinco com meu filho como se criança eu fosse, como se a vida parasse naquele instante, feliz instante de realização plena. Às vezes escuto de amigas alguns fatos que constrangem a classe masculina, fatos realmente lamentáveis e dignos do mais absoluto escárnio de minha parte.

Relatam-me situações de pais que não brincam, não abraçam e sequer…Vêem seus filhos.

Não entendo…

Como pode um pai não valorizar o fruto de seu próprio “eu”? Ou pior, como pode alguém ser chamado de pai com tal postura?
Eu grito ao mundo o amor pelo meu filho, grito para que todos ouçam!

Tenho saudade dos primeiros passos do meu príncipe, lembro como se fosse ontem…Agarrando-se aos móveis da casa e com o sorriso plantado no rosto vindo em minha direção. Não apago as imagens da minha memória, não esqueço…E ponto final.

Hoje ele está grande…Já é um moço, (diria a minha mãe se tivesse tido a chance de conhecê-lo). Parece que estou vendo a vovó agarrada no neto, fazendo todas as vontades.

Eh…Hoje acordei nostálgico, dormirei da mesma forma, mas amanha tudo passa…Estarei com meu filho, curtindo seus maravilhosos sete anos, e relembrando os inolvidáveis primeiros passos.

Um abraço.

criado por poetacronista    16:40:43 — Arquivado em: Sem categoria

Resguardo literario.

 

Hoje me resguardo no silencio

Não escrevo, não rabisco e sequer penso.

Deslizo garatujas pelo papel…

Não as absorvo,

Não servem para poema,

Não contam a vida de ninguém.

Fico calado…

Fatidicamente magoado!

Hoje decidi dar apenas… bom dia

Crônica?

Minha crônica?

Talvez amanha seja outro dia.

Um abraço.

criado por poetacronista    12:41:54 — Arquivado em: Sem categoria

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

CARTA AOS AMIGOS

 

O importante é ser feliz.

Não deveria ser uma crônica, talvez nem será, mas começo a escrever com o interesse de descrever os acontecimentos de uma memória hiper ativa. As coisas e os fatos sempre me levaram à estupidez humana e suas causas, e desde então, me tornei um ser revoltado com tudo e todos a minha volta.

Hoje no auge de meus trinta e um anos, voltei a conversar com o id e o ego, voltei a questionar a inútil dependência que os seres possuem em manter suas crenças e religiões. Confesso que sou um ateu diferente, ou talvez, seja esta minha maior pretensão.

Onde me considero diferente? Talvez (perdão por tanta incerteza) a diferença esteja no fato de crer em uma força responsável pela criação do universo, mas ter a convicção que a mesma não enviou tábua com mandamentos, não mandou o filho para a morte e nem ensinou os “filhos” a viverem em harmonia.

É apenas uma força. Não fala, não anda, não perdoa e sequer pensa. Age por força de seu instinto e natureza. Já a vida humana é regrada por políticos e religiosos, e às vezes, até por políticos-religiosos, o que na minha opinião é bem pior.

Quando parei para escrever este texto, confesso que estava convicto de mais uma crônica revoltada como aquelas que escrevo de costume, mas hoje farei diferente. Não posso externar minhas opiniões com extremismo, nem tão pouco com termos ofensivos e debochados, também não posso reclamar da falta de liberdade de expressão. Ela existe sim! Basta saber como falar as coisas, como externar os pensamentos e idéias, mesmo que isto cheire a excesso de eufemismo.

Enfim, não tolero a razão para qualquer tipo de crença, mas é obrigatório que se defenda o direito de alguém crer, ou eu estaria utilizando a proibição do pensamento como forma de conquistar a liberdade de expressão! Seria paradoxalmente ridículo!

Onde está a necessidade das pessoas crerem em algo ou alguém? Talvez o cristianismo seja necessário para a manutenção da paz no mundo…Talvez não. O certo é que aqueles que acreditam em deus jamais (eu disse jamais), irão me convencer da existência de um deus pai, porém…Eu também não irei conseguir provar sua “não existência”.

Pelo bem da humanidade e de seu convívio, chamem de deus o que eu atribuo às forças da natureza. Chamem de cristo aquele que eu chamo de grande filosofo alienígena (calma… antes de me chamarem de louco, lembrem da minha liberdade de expressão) e por fim, que deus ilumine seus caminhos, porque aqueles que acreditam… Precisam de sua proteção.

Um abraço.

criado por poetacronista    13:04:08 — Arquivado em: Sem categoria

problemas técnicos…volto em breve.


criado por poetacronista    08:26:49 — Arquivado em: Sem categoria
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